Sander Rally Team vence mais um dia do 17º Transparaná
Nessa quinta-feira, a equipe de Belo Horizonte/MG foi a melhor da categoria Junior pelo segundo dia consecutivo.
A reta final do 17º Transparaná está sendo regada a troféus para a dupla Bruno Sander e Rodrigo Viana. Piloto e navegador da categoria Junior venceram o quarto dia de provas do maior rali de regularidade das Américas. De Apucarana a Telêmaco Borba, na região de Campos Gerais, as equipes disputaram apenas a metade do trecho navegável do dia, pois as chuvas deixaram a trilha da etapa da tarde muito escorregadia e a organização preferiu cancelá-la por questão de segurança.
Conseguir mais uma vez subir no lugar mais alto do pódio não foi fácil para a equipe belorizontina: “Ficamos em primeiro com muita dificuldade. A prova estava bem técnica, com laços difíceis e exigiu muito da navegação. Era mata fechada em serras e o chão estava liso, pois tinha chovido na noite anterior. Foram os laços desses locais que nos demos bem. Estamos realizados, bastante concentrados e o nosso entrosamento está fazendo muita diferença”, comemora o piloto Bruno.
A boa preparação da dupla também é outro fator que está beneficiando os representantes mineiros: “Mesmo disputando a categoria Junior, o nível técnico de todas as duplas está alto. As provas da Copa Mineira, com seus laços e médias de velocidade altas, ajudaram bastante”, conta o navegador Rodrigo. Agora a Sander Rally Team tem o mesmo número de pontos que os líderes Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo, mas ainda estão em segundo com 127 pontos.
O 17º Transparaná parte nesta sexta-feira, dia 28, de Telêmaco Borba para a capital do estado, Curitiba. Serão 312 quilômetros, sendo 130 de trechos navegáveis. No caminho cautela e precisão serão imprescindíveis: “O trecho desta sexta-feira é preocupante. Passaremos em áreas de reflorestamento de pinos, com dezenas de laços e médias de velocidade altas. A organização avisou que terá muitos buracos e erosões. Como está chovendo por aqui, vamos com cuidado e prestar atenção, pois será arriscado manter as médias. Vamos continuar pegando pra valer e acreditar. O carro está cem por cento e só trocamos a coifa de uma homocinética, graças a ajuda do mecânico da equipe Sampaio”, finaliza Bruno.
Resultado categoria Junior dia 4:
1º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 1068 pontos
2º) Marcelo de Freitas Gouveia e Luiz Roberto da Silva Junior (Curitiba/PR) – 1134 pontos
3º) Alessandro Weirich e Fabiano de Arruda (Curitiba/PR) – 1311 pontos
Confira a classificação da categoria Junior, após sete etapas disputadas:
1º) Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo (Curitiba/PR) – 127 pontos
2º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 127 pontos
3º) Odair Queiroz e Alessandro Costa (Curitiba/PR) – 107 pontos
A Sander Rally Team tem o apoio da Mit Car Minas e patrocínio de Sander Diagnósticos Endoscópios.
Por: Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa
Fotos: Mary Derosso
Fotos: Paulo Valente e Mary Derosso
Assessoria de Imprensa
(31) 9279-9319
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Dupla de BH vence o 3º dia do Transparaná 2011
A equipe Sander Rally Team subiu no lugar mais alto do pódio da categoria Junior nessa quarta-feira, dia 26. O maior raid das Américas continua nesta quinta-feira, dia 27, rumo a Telêmaco Borba.
Nem a chuva que caiu no terceiro dia de provas, entre Campo Mourão e Apucarana, atrapalhou o bom desempenho do piloto Bruno Sander e navegador Rodrigo Viana. A dupla da capital mineira foi a mais regular da categoria Junior nessa quarta-feira, saindo na frente por cinco pontos de diferença para o segundo lugar. A conquista foi de suar a camisa e o desafio continua, com mais três dias de provas até sábado, dia 29.
Na noite de terça-feira, a Sander Rally Team sabia que as etapas cinco e seis do 17º Transparaná não seriam fáceis. Foram 248 quilômetros de prova de Campo Mourão a Apucarana e no caminho muita água: “A parte da manhã foi muito difícil, no canavial. Tinha laços e mais laços, mas a navegação foi impecável! O Rodrigo acertou todas as referências. Já à tarde, que era pra ser um trecho tranquilo, de estradão, foi tenso quanto a manhã. Não parava de chover no canavial e o chão ficou liso. O carro escorregava demais e foi difícil segurá-lo. Meu braço chegou a doer! E mesmo debaixo da chuva e atrasados algumas vezes conseguimos mandar bem”, avalia o piloto Bruno.
No acumulado de três dias de provas e seis etapas no total, a Sander Rally Team segue na vice-colocação, com 102 pontos. Os líderes, a dupla curitibana Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo, têm 124 pontos. Em terceiro vem outra dupla paranaense de Cascavel, Cesar e Roger Valandro, com 93 pontos. Porém a equipe mineira está confiante e manterá a estratégia: “Aos poucos vamos conquistando posições, andando num ritmo forte, mas sem comprometer o equipamento. A Triton está preparada e é mineira como a gente, comendo quieta!”, finaliza Bruno.
O 17 Transparaná chegou à sua metade e nesta quinta-feira as duplas seguem de Apucarana a Telêmaco Borba, na região de Campos Gerais. Serão 193 quilômetros de raid, sendo 147 de trechos navegáveis. No caminho, os navegadores irão trabalhar mais pela manhã, em uma trilha técnica em mata fechada, com muitos laços. À tarde, é a vez dos pilotos trabalharem mais para manter as médias de velocidade nos estradões.
Resultado 3º dia do 17º Transparaná, categoria Junior:
1º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 41 pontos
2º) Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo (Curitiba/PR) – 36 pontos
3º) Cesar e Roger Valandro (Cascavel/PR) – 33 pontos
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Nem a chuva que caiu no terceiro dia de provas, entre Campo Mourão e Apucarana, atrapalhou o bom desempenho do piloto Bruno Sander e navegador Rodrigo Viana. A dupla da capital mineira foi a mais regular da categoria Junior nessa quarta-feira, saindo na frente por cinco pontos de diferença para o segundo lugar. A conquista foi de suar a camisa e o desafio continua, com mais três dias de provas até sábado, dia 29.
Na noite de terça-feira, a Sander Rally Team sabia que as etapas cinco e seis do 17º Transparaná não seriam fáceis. Foram 248 quilômetros de prova de Campo Mourão a Apucarana e no caminho muita água: “A parte da manhã foi muito difícil, no canavial. Tinha laços e mais laços, mas a navegação foi impecável! O Rodrigo acertou todas as referências. Já à tarde, que era pra ser um trecho tranquilo, de estradão, foi tenso quanto a manhã. Não parava de chover no canavial e o chão ficou liso. O carro escorregava demais e foi difícil segurá-lo. Meu braço chegou a doer! E mesmo debaixo da chuva e atrasados algumas vezes conseguimos mandar bem”, avalia o piloto Bruno.
No acumulado de três dias de provas e seis etapas no total, a Sander Rally Team segue na vice-colocação, com 102 pontos. Os líderes, a dupla curitibana Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo, têm 124 pontos. Em terceiro vem outra dupla paranaense de Cascavel, Cesar e Roger Valandro, com 93 pontos. Porém a equipe mineira está confiante e manterá a estratégia: “Aos poucos vamos conquistando posições, andando num ritmo forte, mas sem comprometer o equipamento. A Triton está preparada e é mineira como a gente, comendo quieta!”, finaliza Bruno.
O 17 Transparaná chegou à sua metade e nesta quinta-feira as duplas seguem de Apucarana a Telêmaco Borba, na região de Campos Gerais. Serão 193 quilômetros de raid, sendo 147 de trechos navegáveis. No caminho, os navegadores irão trabalhar mais pela manhã, em uma trilha técnica em mata fechada, com muitos laços. À tarde, é a vez dos pilotos trabalharem mais para manter as médias de velocidade nos estradões.
Resultado 3º dia do 17º Transparaná, categoria Junior:
1º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 41 pontos
2º) Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo (Curitiba/PR) – 36 pontos
3º) Cesar e Roger Valandro (Cascavel/PR) – 33 pontos
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Campestre OFF ROAD 2011
Mega Evento que vai estremecer Campestre e Região: Campestre OFF ROAD
(Encontro e Trilha de Motos, Jipes e Gaiolas).
Dia 20 de Fevereiro
Local: Box da Pista de Motocross
*Sensacional Trilha do Centenário de Campestre-MG:
Inscrição: R$ 25,00 (Incluso: Almoço, Camiseta, Troféu e Adesivo)
07:00 - Inscrições para as trilhas
09:00 - Largada dos Veículos 4 x 4
09:30 - Largada dos Veículos 4 x 2 e 4 x 4
10:00 - Largada para as Motos (Trilha Diferenciada)
11:00 – Encerramento das inscrições
14:00 - Almoço para os trilheiros
* Logo após - Confraternização dos trilheiros com o público no local do evento.
* Uma Mega Estrutura será montada no local: Tendas, praça de alimentação,
seguranças, ambulância, sanitários químicos e muito mais.
* Durante o dia todo: Várias atrações, sorteio de brindes e Trio Elétrico com DJ
* Entrada ao público: 1 KG de alimento (não perecível) que serão doados para o
Asilo São Vicente de Paula e ao Lar do Menor.
* Venha curtir essa grande festa e ajudar as pessoas mais carentes.
Contato: Junior Moura (35) 9812-1891 – Vaninho (35) 9819-1510 - Fernando Rocha
(35) 8869-1007
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Relatos de Jipeiros: Vendi o Jeep! (por Eraldo Cardoso)
Vendi o Jeep!
por Eraldo Cardoso Santana
Hoje é que me dei conta de como é bonito meu armário de cozinha, branquinho , com um tampão preto ônix de granito. As coisas de casa cabem certinho dentro dele, as panelas da Madame, os talheres nas gavetas, os potes de conservas. Tudo bonito, lustroso.
E a minha sala, espaçosa, com um lindo jogo de sofá em couro, aparador no canto, uma pintura em grafiato na parede, um show de ambiente, aparelho de CD estilizado, com um sonzinho ambiente maneiro, ligth.
O quarto tipo suite com banheira de hidromassagem e uma vista maravilhosa para o quintal faz par com o closet espaçoso, parecendo ainda maior do que realmente é.
Não poderia deixar de falar dos outros dois quartos, mas vou logo para a sala de TV e vídeo onde meu home theater reina soberano, sendo o xodó de todos que convivem comigo. Nele eu assisto em dvd as trilhas que fiz, os Jeep cross que participei, o Rally dos Sertões com um som Dolby estéreo Surround de primeira qualidade, ah como é bom poder trilhar, aliás era, o bom agora é sentar no sofá da sala de Vídeo e ficar relembrando os tempos passados e gravados em mídia digital.
Tem um lugar onde minha assistente doméstica é quem dá as ordens, a área de serviço com máquina de lavar, tanquinho, secadora, e o escambal. Prá que elas querem tantos apetrechos se não tem mais roupa suja de lama, botas incrustadas de barro, marca de óleo nas camisas, mil e uma camisetas de encontros, trilhas, Jeep cross, calças com mil e um bolsos cheias de carrapicho?
Não sei, só sei que é assim que se vive em uma casa nova.
Mas acima de tudo lá está ela , imponente, em um local de destaque da casa: minha oficina-garagem construída especialmente para receber você meu amigo, meu companheiro de aventuras, fiz uma pintura radical baseado em você ultrapassando todos os obstáculos, ficou lindo poder ver sua figura estampada na parede, ver onde eu colocaria os jogos de pneus, as ferramentas, as bancadas, o piso especial para poder receber seu eterno vazamento, as marcas de pneu frontiera iguais a pés de galinha marcando a cerâmica de uma ponta à outra ás vezes cheio de barro, outras lavado, polido e lubrificado, mas sempre lá, em sua toca, em seu repouso.
Mas hoje seu lugar está tomado por coisas inservíveis, virou depósito de bagulho, de coisas que só entulham minha vida, das quais só me fazem ter más lembranças...
Tudo bem, mas o que tudo isso tem a ver com Jeep? Você me pergunta. Eu te digo: - Meu fiel companheiro se foi, não tenho mais aquele que eu tanto mexi, adaptei, soldei, cortei, fiz SPOA, coloquei pneus Mud, macaco hi-lifty, quebra mato, rádios PX, PY, GPS e tudo o que sempre desejei.
Depois de tanto carinho e cumplicidade eu tive que vender meu Jeep , parece brincadeira, mas não é, tive que entregar as chaves daquele que só eu dirigia, aliás nem dirigia, ele é quem me levava para onde queria. Eu apenas girava a chave e dava vida ao valente Jeep que me enchia de orgulho ao passar garboso pelos obstáculos nas trilhas.
Obstáculos, muitos obstáculos em minha vida eu não consegui transpor e como ela está sempre exigindo prioridades, tive que me render ao capitalismo e me desfazer de meus sonhos, ou de meus delírios vibrantes quando aparecia algo novo para se fazer no Jeep.
Casa, faculdades, casamento, filhos, viagens, negócios sempre há algo que em um momento ou outro exige que se tenha algo para se dispor e utilizar o recurso em prol do que é mais urgente e neste caso, meu bom e velho amigo Jeep foi a bola da vez.
Foi embora, levando consigo parte da minha alegria, mas cabe um alento, sempre poderei vê-lo fazendo a alegria de um outro amigo jipeiro. Talvez pudesse até exagerar um pouco dizendo que parte de mim se foi, mas não, essa parte minha de ser jipeiro permanece, ainda vive e sempre será o impulso para que um dia eu volte a sonhar com um novo amigo que com certeza virá.
Vender o Jeep não significa necessariamente vender sua alma Jipeira. Afinal, no fim de tudo ainda pode-se ser Co-piloto.
Zequinha nunca (risos)
Por Eraldo Cardoso Santana(Jipenet-BSB)
por Eraldo Cardoso Santana
Hoje é que me dei conta de como é bonito meu armário de cozinha, branquinho , com um tampão preto ônix de granito. As coisas de casa cabem certinho dentro dele, as panelas da Madame, os talheres nas gavetas, os potes de conservas. Tudo bonito, lustroso.
E a minha sala, espaçosa, com um lindo jogo de sofá em couro, aparador no canto, uma pintura em grafiato na parede, um show de ambiente, aparelho de CD estilizado, com um sonzinho ambiente maneiro, ligth.
O quarto tipo suite com banheira de hidromassagem e uma vista maravilhosa para o quintal faz par com o closet espaçoso, parecendo ainda maior do que realmente é.
Não poderia deixar de falar dos outros dois quartos, mas vou logo para a sala de TV e vídeo onde meu home theater reina soberano, sendo o xodó de todos que convivem comigo. Nele eu assisto em dvd as trilhas que fiz, os Jeep cross que participei, o Rally dos Sertões com um som Dolby estéreo Surround de primeira qualidade, ah como é bom poder trilhar, aliás era, o bom agora é sentar no sofá da sala de Vídeo e ficar relembrando os tempos passados e gravados em mídia digital.
Tem um lugar onde minha assistente doméstica é quem dá as ordens, a área de serviço com máquina de lavar, tanquinho, secadora, e o escambal. Prá que elas querem tantos apetrechos se não tem mais roupa suja de lama, botas incrustadas de barro, marca de óleo nas camisas, mil e uma camisetas de encontros, trilhas, Jeep cross, calças com mil e um bolsos cheias de carrapicho?
Não sei, só sei que é assim que se vive em uma casa nova.
Mas acima de tudo lá está ela , imponente, em um local de destaque da casa: minha oficina-garagem construída especialmente para receber você meu amigo, meu companheiro de aventuras, fiz uma pintura radical baseado em você ultrapassando todos os obstáculos, ficou lindo poder ver sua figura estampada na parede, ver onde eu colocaria os jogos de pneus, as ferramentas, as bancadas, o piso especial para poder receber seu eterno vazamento, as marcas de pneu frontiera iguais a pés de galinha marcando a cerâmica de uma ponta à outra ás vezes cheio de barro, outras lavado, polido e lubrificado, mas sempre lá, em sua toca, em seu repouso.
Mas hoje seu lugar está tomado por coisas inservíveis, virou depósito de bagulho, de coisas que só entulham minha vida, das quais só me fazem ter más lembranças...
Tudo bem, mas o que tudo isso tem a ver com Jeep? Você me pergunta. Eu te digo: - Meu fiel companheiro se foi, não tenho mais aquele que eu tanto mexi, adaptei, soldei, cortei, fiz SPOA, coloquei pneus Mud, macaco hi-lifty, quebra mato, rádios PX, PY, GPS e tudo o que sempre desejei.
Depois de tanto carinho e cumplicidade eu tive que vender meu Jeep , parece brincadeira, mas não é, tive que entregar as chaves daquele que só eu dirigia, aliás nem dirigia, ele é quem me levava para onde queria. Eu apenas girava a chave e dava vida ao valente Jeep que me enchia de orgulho ao passar garboso pelos obstáculos nas trilhas.
Obstáculos, muitos obstáculos em minha vida eu não consegui transpor e como ela está sempre exigindo prioridades, tive que me render ao capitalismo e me desfazer de meus sonhos, ou de meus delírios vibrantes quando aparecia algo novo para se fazer no Jeep.
Casa, faculdades, casamento, filhos, viagens, negócios sempre há algo que em um momento ou outro exige que se tenha algo para se dispor e utilizar o recurso em prol do que é mais urgente e neste caso, meu bom e velho amigo Jeep foi a bola da vez.
Foi embora, levando consigo parte da minha alegria, mas cabe um alento, sempre poderei vê-lo fazendo a alegria de um outro amigo jipeiro. Talvez pudesse até exagerar um pouco dizendo que parte de mim se foi, mas não, essa parte minha de ser jipeiro permanece, ainda vive e sempre será o impulso para que um dia eu volte a sonhar com um novo amigo que com certeza virá.
Vender o Jeep não significa necessariamente vender sua alma Jipeira. Afinal, no fim de tudo ainda pode-se ser Co-piloto.
Zequinha nunca (risos)
Por Eraldo Cardoso Santana(Jipenet-BSB)
Equipe Sander Rally Team/MG sobe mais uma posição no 17º Transparaná
Após trilhas difíceis nessa terça-feira, dia 25, a Sander Rally Team fecha o dia em terceiro lugar na categoria Junior. O maior raid das Américas continua nesta quarta-feira, dia 26.
A estratégia de “comer quieto” está dando certo para os belorizontinos Bruno Sander e Rodrigo Viana. A dupla conseguiu fechar mais um dia de provas do Transparaná com sucesso e conquistando a terceira colocação na Junior, ficando cinco pontos atrás do segundo lugar. As etapas três e quatro (manhã e tarde) saíram de Cascavel, passaram por Ubiratã e chegaram a Campo Mourão.
As cerca de 60 duplas que continuam o rali percorreram 310 quilômetros nessa terça-feira. No caminho, piloto e navegador trabalharam por igual, cada um em uma parte do dia: “Tivemos um dia tenso. A etapa da manhã tinha muitos balaios em uma mata fechada, com estrada lisa e escorregadia. Foi uma prova técnica, exigindo demais do navegador. Qualquer erro era arriscado bater em alguma árvore. Em uma curva para a esquerda a Capitu (apelido da Triton RS) saiu da trilha e tive que jogar o carro no mato pra não bater. A parte da tarde era de estradão e dependia mais da pilotagem para manter as médias, mas no caminho passamos por algumas pegadinhas. De manhã tivemos um erro em um balaio e a tarde um tulipa confusa nos atrapalhou, mas o nosso saldo foi muito positivo!”, detalha o piloto Bruno.
A Sander Rally Team agora é a única representante Mitsubishi nas pick-ups. A disputa entre as caminhonetes da marca continuava entre duas duplas de Belo Horizonte, sendo a Sander com uma Triton RS e a outra equipe com uma L200 Savana, porém esses tiveram problemas com o carro.“Para nós é um orgulho representar a marca como únicos a bordo de uma pick-up e firmes no rali.Temos que agradecer muito à Mit Car Minas pelo preparo feito na minha Capitu.O carro continua cem por cento, sem nenhum problema mecânico.No final dessa terça-feira, fizemos apenas reapertos na suspensão”,conta Bruno.
Nesta quarta-feira, a Sander Rally Team segue para a região noroeste do Paraná, na metade do percurso total do rali de regularidade. A largada será em Campo Mourão, passando por Quinta do Sol, São Pedro do Ivaí e chegando a Apucarana. Serão 248 quilômetros de trilhas divididos nas etapas cinco e seis. Na parte da manhã, as equipes terão atenção redobrada, com os laços em um canavial. À tarde, um trecho mais tranquilo, mas com algumas pegadinhas. E a estratégia da Sander Rally Team muda um pouco: “A partir desta quarta-feira, vamos apertar mais o ritmo para subir no placar, mas sempre indo no estilo mineiro, comendo quieto, sem arriscar a prova toda”, finaliza o piloto Bruno.
Veja os resultados da categoria Junior nas etapas três e quatro, disputadas nessa terça-feira, dia 26:
1º) Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo (Curitiba/PR) – 45 pontos
2º) Cesar Valandro e Roger Ben Hur (Cascavel/PR) – 37 pontos
3º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 32 pontos
A Sander Rally Team tem o apoio da Mit Car Minas e patrocínio de Sander Diagnósticos Endoscópios.
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Fotos: Paulo Valente e Mary Derosso
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A estratégia de “comer quieto” está dando certo para os belorizontinos Bruno Sander e Rodrigo Viana. A dupla conseguiu fechar mais um dia de provas do Transparaná com sucesso e conquistando a terceira colocação na Junior, ficando cinco pontos atrás do segundo lugar. As etapas três e quatro (manhã e tarde) saíram de Cascavel, passaram por Ubiratã e chegaram a Campo Mourão.
As cerca de 60 duplas que continuam o rali percorreram 310 quilômetros nessa terça-feira. No caminho, piloto e navegador trabalharam por igual, cada um em uma parte do dia: “Tivemos um dia tenso. A etapa da manhã tinha muitos balaios em uma mata fechada, com estrada lisa e escorregadia. Foi uma prova técnica, exigindo demais do navegador. Qualquer erro era arriscado bater em alguma árvore. Em uma curva para a esquerda a Capitu (apelido da Triton RS) saiu da trilha e tive que jogar o carro no mato pra não bater. A parte da tarde era de estradão e dependia mais da pilotagem para manter as médias, mas no caminho passamos por algumas pegadinhas. De manhã tivemos um erro em um balaio e a tarde um tulipa confusa nos atrapalhou, mas o nosso saldo foi muito positivo!”, detalha o piloto Bruno.
Veja os resultados da categoria Junior nas etapas três e quatro, disputadas nessa terça-feira, dia 26:
1º) Sandy Roncaglio e Jhonatan Ardigo (Curitiba/PR) – 45 pontos
2º) Cesar Valandro e Roger Ben Hur (Cascavel/PR) – 37 pontos
3º) Bruno Sander e Rodrigo Viana (Belo Horizonte/MG) – 32 pontos
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Dada a largada para Equipe Mineira Sander Rally Team no Transparaná 2011
Dupla de Belo Horizonte conseguiu o segundo lugar na Super Prime, realizada no domingo, dia 23, e hoje disputa as primeiras etapas do rali de regularidade do Paraná.
A Sander Rally Team começou o 17º Transparaná com o pé direito. O piloto Bruno Sander e o navegador Rodrigo Viana disputaram ontem a Super Prime, que definiu a ordem de largada do rali a partir desta segunda-feira. A equipe da capital mineira ficou em segundo lugar na categoria Junior, mesmo enfrentando imprevistos.
O circuito montado no Centro Náutico de Guaíra, região oeste do Paraná, tinha três quilômetros e muitos desafios: “Vínhamos bem, batendo todas as referências no tempo certo, mas o carro que estava na nossa frente teve problemas com o eixo traseiro e nos atrapalhou muito. Ainda bem que conseguimos recuperar. A Super Prime foi uma amostra do que será o rali, com muitos laços e médias de velocidade altas”, conta Bruno Sander.
A partir desta segunda-feira, as duplas começam a enfrentar os 1.607 quilômetros até a chegada, marcada para o próximo sábado, dia 29. Serão 849 quilômetros de trechos navegáveis divididos em 11 etapas. Hoje a Sander Rally Team tem duas etapas a serem cumpridas, sendo a primeira de Guaíra a Terra Roxa – Palotina e a segunda com chegada em Cascavel. Serão 258 quilômetros de prova, sendo 144 navegáveis com 8h29min de duração. No caminho, mais dificuldades: “No briefing, a organização adiantou que nesta segunda passaremos por matas fechadas, muitos laços e mais velocidade. A trilha está com o solo seco, pois não chove aqui há alguns dias. Estamos preparados e confiantes!”, afirma o piloto da Sander Rally Team.
Acompanhe abaixo o roteiro do 17º Transparaná:
1º Dia - Guaira a Cascavel: 258 km - 8h29min de prova. Navegáveis: 144 km e 3h31min, passando por Terra Roxa - Palotina (Almoço) e Toledo.
2º Dia - Cascavel a Campo Mourão: 310 km - 8h40min de prova. Navegáveis: 155 km e 3h45min, passando por Braganey - Ubiratã (Almoço) e Mambore.
3º Dia - Campo Mourão a Apucarana: 248 km - 8h44min de prova. Navegáveis: 179 km e 5h01min, passando por Quinta do Sol (almoço no Hotel Fazendo Água Azul) e São Pedro do Ivaí.
4º Dia - Apucarana a Telêmaco Borba: 193 km - 7h20min de prova. Navegáveis: 147 km e 4h08 min, passando por Tamarana (Almoço) e Lajeado Bonito.
5º Dia - Telêmaco Borba a Curitiba: 312 km - 8h07min de prova. Navegáveis: 130 km e 3h27min, passando por Tibagi e Ponta Grossa (Almoço).
6º Dia - Curitiba a Caiobá/Matinhos: 233 km - 7h05min de prova. Navegáveis: 94 km e 2h49min.
A Sander Rally Team tem o apoio da Mit Car Minas e patrocínio de Sander Diagnósticos Endoscópios.
Por: Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa
Fotos: Doni Castilho e Divulgãção

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carolinedepaula@aceleracao.com.br
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A Sander Rally Team começou o 17º Transparaná com o pé direito. O piloto Bruno Sander e o navegador Rodrigo Viana disputaram ontem a Super Prime, que definiu a ordem de largada do rali a partir desta segunda-feira. A equipe da capital mineira ficou em segundo lugar na categoria Junior, mesmo enfrentando imprevistos.
O circuito montado no Centro Náutico de Guaíra, região oeste do Paraná, tinha três quilômetros e muitos desafios: “Vínhamos bem, batendo todas as referências no tempo certo, mas o carro que estava na nossa frente teve problemas com o eixo traseiro e nos atrapalhou muito. Ainda bem que conseguimos recuperar. A Super Prime foi uma amostra do que será o rali, com muitos laços e médias de velocidade altas”, conta Bruno Sander.
A partir desta segunda-feira, as duplas começam a enfrentar os 1.607 quilômetros até a chegada, marcada para o próximo sábado, dia 29. Serão 849 quilômetros de trechos navegáveis divididos em 11 etapas. Hoje a Sander Rally Team tem duas etapas a serem cumpridas, sendo a primeira de Guaíra a Terra Roxa – Palotina e a segunda com chegada em Cascavel. Serão 258 quilômetros de prova, sendo 144 navegáveis com 8h29min de duração. No caminho, mais dificuldades: “No briefing, a organização adiantou que nesta segunda passaremos por matas fechadas, muitos laços e mais velocidade. A trilha está com o solo seco, pois não chove aqui há alguns dias. Estamos preparados e confiantes!”, afirma o piloto da Sander Rally Team.
Acompanhe abaixo o roteiro do 17º Transparaná:
1º Dia - Guaira a Cascavel: 258 km - 8h29min de prova. Navegáveis: 144 km e 3h31min, passando por Terra Roxa - Palotina (Almoço) e Toledo.
2º Dia - Cascavel a Campo Mourão: 310 km - 8h40min de prova. Navegáveis: 155 km e 3h45min, passando por Braganey - Ubiratã (Almoço) e Mambore.
3º Dia - Campo Mourão a Apucarana: 248 km - 8h44min de prova. Navegáveis: 179 km e 5h01min, passando por Quinta do Sol (almoço no Hotel Fazendo Água Azul) e São Pedro do Ivaí.
4º Dia - Apucarana a Telêmaco Borba: 193 km - 7h20min de prova. Navegáveis: 147 km e 4h08 min, passando por Tamarana (Almoço) e Lajeado Bonito.
5º Dia - Telêmaco Borba a Curitiba: 312 km - 8h07min de prova. Navegáveis: 130 km e 3h27min, passando por Tibagi e Ponta Grossa (Almoço).
6º Dia - Curitiba a Caiobá/Matinhos: 233 km - 7h05min de prova. Navegáveis: 94 km e 2h49min.
A Sander Rally Team tem o apoio da Mit Car Minas e patrocínio de Sander Diagnósticos Endoscópios.
Por: Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Blog dos Loko's: Relatos direto do Front(Tragédia Região Serrana/RJ) por Marcos Pedro
Camagadas
Ontem dia 20 fiz parte de um grupo de motociclistas, jipeiros(Lokolamas) e montanhistas(Grupo Graal) que ajudou aos nossos irmãos tão necessitados em Petropolis no RJ.
O Abian(Graal & Lokolamas) e o Marcos Theodoro(Lokolamas) foram fundamentais na organização e articulação do grupo.
Guiados pelos motociclistas, transportamos os mantimentos e os montahistas do Grupo Graal, ate o limite das nossa viaturas.
Feito isso eles carregaram as sua mochilas com o maximo que cada um podia carregar e seguiram caminho.
Segundo o relado deles, a melhor frase de todas foi:
"- vcs trouxeram caminhando, mais que o helicoptero. "
Fiquei muito orgulhoso de ter podido fazer a diferença.
As cenas que voces viram na TV não são nem a ponta do Iceberg.
A sensação é que uma bomba poderosissima destruiu tudo.
Ao vivo e cores pude ver a devastação que ocorreu no Vale do Cuiaba.
Familias inteiras pereceram, dos que sobreviveram tudo o que tinha foi perdido, sua historia, parte da sua vida não existe mais.
No link voce pode ver as fotos que tirei:
http://picasaweb.google.com/mandrepedro/20110121Petropolis20012011
No meio do caminho encontramos 4 jipes de Itabirito/MG que tambem estavam levando ajuda aos necessitados. Mas a tensão era tanta que esqueci de anotar o nome e o telefone deles.
Nas fotos e possivel ver 2 CJ e 1 Engesa desse pessoal.
Se alguem conhece-los por favor me avise.
Por mais que os orgão públicos estejam fazendo, ainda tem MUITA coisa a ser feita.
Os helicopteros, tratores, escavadeiras, bombeiros, trabalham inscessantemente, mas tem muita coisa a se fazer a área da catastrofe é muito grande.
É incrivel o que a solidariedade e a uniao sao capazes de fazer.
Do fundo do meu coração, peque o seu jipe e va ajudar a quem precisa.
Faça a diferença.
Obs: Camagadas, este é o link com o reesultado do trabalho dos montanhistas que ajudei a transportar.
http://noticias.uol.com.br/album/110120_petropolis_album.jhtm
[]'s
Marcao-Fudencio(Lokolamas Off-Road)
Ontem dia 20 fiz parte de um grupo de motociclistas, jipeiros(Lokolamas) e montanhistas(Grupo Graal) que ajudou aos nossos irmãos tão necessitados em Petropolis no RJ.
O Abian(Graal & Lokolamas) e o Marcos Theodoro(Lokolamas) foram fundamentais na organização e articulação do grupo.
Guiados pelos motociclistas, transportamos os mantimentos e os montahistas do Grupo Graal, ate o limite das nossa viaturas.
Feito isso eles carregaram as sua mochilas com o maximo que cada um podia carregar e seguiram caminho.
Segundo o relado deles, a melhor frase de todas foi:
"- vcs trouxeram caminhando, mais que o helicoptero. "
Fiquei muito orgulhoso de ter podido fazer a diferença.
As cenas que voces viram na TV não são nem a ponta do Iceberg.
A sensação é que uma bomba poderosissima destruiu tudo.
Ao vivo e cores pude ver a devastação que ocorreu no Vale do Cuiaba.
Familias inteiras pereceram, dos que sobreviveram tudo o que tinha foi perdido, sua historia, parte da sua vida não existe mais.
No link voce pode ver as fotos que tirei:
http://picasaweb.google.com/mandrepedro/20110121Petropolis20012011
No meio do caminho encontramos 4 jipes de Itabirito/MG que tambem estavam levando ajuda aos necessitados. Mas a tensão era tanta que esqueci de anotar o nome e o telefone deles.
Nas fotos e possivel ver 2 CJ e 1 Engesa desse pessoal.
Se alguem conhece-los por favor me avise.
Por mais que os orgão públicos estejam fazendo, ainda tem MUITA coisa a ser feita.
Os helicopteros, tratores, escavadeiras, bombeiros, trabalham inscessantemente, mas tem muita coisa a se fazer a área da catastrofe é muito grande.
É incrivel o que a solidariedade e a uniao sao capazes de fazer.
Do fundo do meu coração, peque o seu jipe e va ajudar a quem precisa.
Faça a diferença.
Obs: Camagadas, este é o link com o reesultado do trabalho dos montanhistas que ajudei a transportar.
http://noticias.uol.com.br/album/110120_petropolis_album.jhtm
[]'s
Marcao-Fudencio(Lokolamas Off-Road)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Blog dos Loko's: Relatos direto do Front(Tragédia Região Serrana/RJ) por Fabio Braga
Oi Pessoal,
Segue em anexo algumas fotos do nosso fim de semana em Itaipava(15/01/2011), tentando ajudar um pouco da forma que conseguimos.
Entregamos donativos no Ciep de Itaipava, abastecemos os carros com outros produtos na Posse e seguimos para a localidade do Brejal a pedido do Coordenador do Ciep pois era necessário levar donativos para uma escola local e verificar a existência de familias sem apoio.
No Brejal, fomos informados que havia uma localidade do outro lado do morro que estava ilhado. Com a ajuda de uns rapazes do local que conheciam o caminho, subimos com os carros até onde podíamos e depois atravessamos por uma "picada" pelo morro levando mantimentos para o local. Após aprox. 1 hora de caminhada encontramos três casas onde existiam pessoas e deixamos os donativos. A enfermeira Flávia, que nos acompanhava fez curativos nos que necessitavam, conversamos um pouco com as pessoas e voltamos para o Brejal.
No local vimos deslisamentos de terra que levou 2 casas e infelizmente seus moradores.
Um grande deslimento de terra acabou com a estrada que levava à cidade de Santa Rita, a aprox. 20 km, por este motivo eles continuarão sem acesso por muito tempo certamente.
No dia seguinte ajudamos na motangem e carregamento das cestas básicas que os helicópteros estão levando para as pessoas que estão sem acesso por terra e depois fomos para São José do Vale do Rio Preto para levar mantimentos, a devastação pelo rio foi total, da mesma forma que a localidade de Águas Claras perto de lá.
O que notamos, é que as doações não param se chegar, tem muita roupa e água, mas acho que quem quiser ajudar pode contribuir com material de limpeza e uso pessoal, pois não vi muita coisa deste tipo.
Por Fabio Braga - Jeep Clube RJ
Segue em anexo algumas fotos do nosso fim de semana em Itaipava(15/01/2011), tentando ajudar um pouco da forma que conseguimos.
Entregamos donativos no Ciep de Itaipava, abastecemos os carros com outros produtos na Posse e seguimos para a localidade do Brejal a pedido do Coordenador do Ciep pois era necessário levar donativos para uma escola local e verificar a existência de familias sem apoio.
No Brejal, fomos informados que havia uma localidade do outro lado do morro que estava ilhado. Com a ajuda de uns rapazes do local que conheciam o caminho, subimos com os carros até onde podíamos e depois atravessamos por uma "picada" pelo morro levando mantimentos para o local. Após aprox. 1 hora de caminhada encontramos três casas onde existiam pessoas e deixamos os donativos. A enfermeira Flávia, que nos acompanhava fez curativos nos que necessitavam, conversamos um pouco com as pessoas e voltamos para o Brejal.
No local vimos deslisamentos de terra que levou 2 casas e infelizmente seus moradores.
Um grande deslimento de terra acabou com a estrada que levava à cidade de Santa Rita, a aprox. 20 km, por este motivo eles continuarão sem acesso por muito tempo certamente.
No dia seguinte ajudamos na motangem e carregamento das cestas básicas que os helicópteros estão levando para as pessoas que estão sem acesso por terra e depois fomos para São José do Vale do Rio Preto para levar mantimentos, a devastação pelo rio foi total, da mesma forma que a localidade de Águas Claras perto de lá.
O que notamos, é que as doações não param se chegar, tem muita roupa e água, mas acho que quem quiser ajudar pode contribuir com material de limpeza e uso pessoal, pois não vi muita coisa deste tipo.
Por Fabio Braga - Jeep Clube RJ
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Rally Barretos/SP abre inscrições para a 5ª edição do evento
Prova de abertura da temporada 2011 de rali, acontecerá nos dias 25 a 27 de março. Competidores de motos, quadriciclos, carros e caminhões poderão garantir participação na disputa a partir do dia 25 de janeiro
18 de janeiro de 2011 - Passado o Rally Dakar - o maior do mundo -, agora as atenções se voltam para as provas nacionais. Pilotos e navegadores de carros e caminhões, motos e quadriciclos, aguardam pelo início dos campeonatos Brasileiro de Rally Baja para motos e quadris (CBM), Brasileiro de Rally Cross Country para carros e caminhões (CBA), Paulista de Rally Cross Country (FASP) e Paulista de Rally Baja (FPM).
O Rally Barretos acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de março, na cidade de Barretos, SP. As inscrições para a 5ª edição do evento estarão abertas a partir de 25 de janeiro e podem ser feitas pelo www.proesportebrasil.com.br.
Para comemorar os cinco anos de atividades, a Pró Esporte Brasil - organizadora do evento -, prepara uma série de atividades, e garante que a competição trará muitas novidades. "Pretendemos aplicar um formato novo este ano. A parte desportiva será mais dinâmica e a promocional também receberá investimentos. Divulgaremos os detalhes nas próximas semanas, juntamente com as ações sociais que marcarão essa edição comemorativa", declarou Fernando Bentivoglio, diretor de evento.
A expectativa para mais um Rally Barretos é grande, onde se espera formar um grid recorde; e para isso, Bentivoglio já adianta. "As categorias da CBM tiveram algumas alterações, e as motos correrão como Super Production, Production Aberta, Production 250, Marathon e Over 40. Os quadris competirão na Quadri Aberta e Quadri 450, além da categoria experimental para os UTV's. Para carros e caminhões, estão mantidas as categorias da edição passada, agora com a homologação da Pró Etanol", encerrou.
O 5º Rally Barretos é uma realização da Prefeitura do Município de Barretos, com apoio de Os Independentes, e organizado pela Pró Esporte Brasil
Informações à imprensa:
Liberdade de Ideias
(11) 2213-1190
Jornalista responsável:
Isis Moretti - Mtb: 36.471 Luciana Gomes
Parceria Comunicação
isis.moretti@liberdadedeideias.com.br
(11) 8308-7141/ 7827-4581
Nextel: 122*365 luciana@lugomes.com.br
parceria@barretos.com.br
(17) 3323-3830/ 8152-1005/ 7812-6822
Nextel: 96*72634
18 de janeiro de 2011 - Passado o Rally Dakar - o maior do mundo -, agora as atenções se voltam para as provas nacionais. Pilotos e navegadores de carros e caminhões, motos e quadriciclos, aguardam pelo início dos campeonatos Brasileiro de Rally Baja para motos e quadris (CBM), Brasileiro de Rally Cross Country para carros e caminhões (CBA), Paulista de Rally Cross Country (FASP) e Paulista de Rally Baja (FPM).
O Rally Barretos acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de março, na cidade de Barretos, SP. As inscrições para a 5ª edição do evento estarão abertas a partir de 25 de janeiro e podem ser feitas pelo www.proesportebrasil.com.br.
Para comemorar os cinco anos de atividades, a Pró Esporte Brasil - organizadora do evento -, prepara uma série de atividades, e garante que a competição trará muitas novidades. "Pretendemos aplicar um formato novo este ano. A parte desportiva será mais dinâmica e a promocional também receberá investimentos. Divulgaremos os detalhes nas próximas semanas, juntamente com as ações sociais que marcarão essa edição comemorativa", declarou Fernando Bentivoglio, diretor de evento.
A expectativa para mais um Rally Barretos é grande, onde se espera formar um grid recorde; e para isso, Bentivoglio já adianta. "As categorias da CBM tiveram algumas alterações, e as motos correrão como Super Production, Production Aberta, Production 250, Marathon e Over 40. Os quadris competirão na Quadri Aberta e Quadri 450, além da categoria experimental para os UTV's. Para carros e caminhões, estão mantidas as categorias da edição passada, agora com a homologação da Pró Etanol", encerrou.
O 5º Rally Barretos é uma realização da Prefeitura do Município de Barretos, com apoio de Os Independentes, e organizado pela Pró Esporte Brasil
Informações à imprensa:
Liberdade de Ideias
(11) 2213-1190
Jornalista responsável:
Isis Moretti - Mtb: 36.471 Luciana Gomes
Parceria Comunicação
isis.moretti@liberdadedeideias.com.br
(11) 8308-7141/ 7827-4581
Nextel: 122*365 luciana@lugomes.com.br
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Relatos direto do Front(Tragédia Região Serrana/RJ) por Odillon
Amigos,
Rumei hoje para Terê(12/01/2011) onde tenho amigos na zona rural da Terê Fri, Bonsucesso, Conquista e Vieira, na passagem por Bonsucesso, na igreja evangélica onde os corpos da região eram levados inicialmete antes de seguir para o IML de Terê encontrei um caminhão levando trinta corpos, logo em seguida chegavam caminhonetes com outros tantos que somou mais trinta.
Seguindo aínda pela Terê Fri, cheia de deslisamentos, postes caídos, desabrigados pela via...chegeuei em Vieira onde encontrei um cenário de devastação, a localidade praticamente foi varrida pela avalanche de agua e lama, com mais de 100 mortos\desaparecidos, grupos se formavam para busca de sobreviventes ou corpos pela margem do rio e outras pessoas vagavam sem rumo, o meu grupo logo encontrou tres corpos que após tirados da lama foram levados nos braços para caminhonetes que esperavam na pista e conduzidos para a igreja em Bonsucesso. A última vítima, uma mulher, com o corpo todo mutilado pelo deslocamento na água foi entregue como os demais, sendo que seu marido lá já estava e a identificou de pronto, quando então num gesto que numca mais esqucerei falou pra mim continuar buscando seu filho que tinha sido levado junto com a mãe e disse num tom resignado que aquela tinha sido uma ¨catástrofe democrática¨, foi certo, pois, vítimas ocorreram do condomínio de luxo ao mais humilde produtor rural, passando por hospedes de hoteis e tudo mais, após este contato não resisti, perdi as forças e fui rezar e chorar num canto tentando entender aquela situação surreal de corpos humanos junto com de animais, peixes no asfalto, carros em árvores, butigão de gas deslocado centena de metros junto com caminhões, carros e tratores, tudo numa zona rural sem ocupação desordenada do solo, desmatamento, etc.
Com a noite a paisagem devastada foi encoberta pela escuridão que apresentou outros medos trazidos pelo frio, chuva que ameaçava e um forte odor de coisa ruim, e o tão quanto somos insignificantes perante a natureza.
A catátrofe foi tão grande pois a chuva\tromba d'água ocorreu na madrugada onde todos dormiam, sendo os idosos, crianças e mulheres as maiores vítimas por não tiverem condição física de fugir a tempo.
Peço, não, imploro que os amigos possam ajudar os desabrigados no que for possível, quem pretendia fazer trilha por esses dias que a façam na Terê Fri ou outro local da serra, com certeza não faltará emoção, toda escola, igreja ou galpão de hortaliça está abrigando algum necessitado, os 4x4 são necessários para as vias secundárias e condução de equipes médicas para vacinação, o posto médico de Bonsucesso tem o único telefone fixo na região e está funcionando com gerador.
Muito legal a solidariedade de pessoas que passavam de carro doando biscoitos, leite em pó e pão aos que vagavam pela estrada, pois, a maioria dos desbrigados ficou sem nada.
O número de mortos com certeza será muito elevado, aínda exintem muitos desparecidos, não tem tel fixo ou móvel, tampouco luz, o acesso pela Terê Fri de Terê vai até Conquista, amanhã maquinas iniciarão o trabalho de liberar as estradas.
Fiz esse relato do Rio pois vim na madrugada buscar\comprar mantimentos e uma coisa muito simples, Velas, muitas pessoas pediam velas para iluminar o que sobrou de suas casas na noite, estou retornado ao amanhecer para integrar outro grupo de busca de corpos e posteriormente levar equipe médica de vacinação a locais remotos.
Descupem os erros e a realidade dos fatos, mais que sirva para nós mesmos como lição de vida
Carlinhos que este relato sirva como um tributo a sua perda, pois lá ouvi relatos dos mais variados de pessoas que tiveram a sua dor.
Odillom...
Relatos direto do Front(Tragédia Região Serrana/RJ) por Allan Barreiros
Querido Amigos Jipeiros,
Estive no Front no dia 15/01/2011 sim e o que vi foi muito triste e ao mesmo tempo bonito. Contraditorio não?
Pois e, MUITO TRISTE porque as necessidades sao imensas e BONITO em ver como o povo brasileiro e unido.
Olha, eu acho que qualquer ajuda e valida. Claro, com MUITA PRUDENCIA e RESPEITO com a natureza que não esta nada hospitaleira.
Minha sugestao seria: quer subir? Va, mas com prudencia. Testar o carro e fazer trilha fica em ultimo plano, porque uma brincadeira desavisada pode resultar numa nova tragedia.
Eu, por exemplo, como todos sabem tenho uma TR um pouquinho preparada e mesmo assim não quis me aventurar. Por varias vezes deixei meu carro de lado para fazer trabalhos elementares.
Tem muita gente que opta pelo simples, ou seja, deixar os donativos nos abrigos da prefeitura e pronto. Outros sao mto radicais e desbravam trilhas para chegar a lugares inospitos e de extrema carencia. AMBOS SAO MUITO VALIDOS! Conforme falei, qualquer ajuda e valida.
Os jipeiros que entraram em trilhas sao da galera mais cascuda com carros bem preparados. Eu, preferi não entrar - cada um sabe o seu limite e nessas horas e bom respeitar isso para não ser elemento para aumentar estatisticas e problemas.
Me concentrei em distribuir donativos diretamente nas casas da regiao. Casa condenadas inclusive. Andei muito a pe. Peguei muita chuva no quengo. Subi morro de reduzida com meu carro abarrotado de coisas, mas não cheguei a fazer trilha propriamente dita.
Tem lugares que vc chega e as pessoas querem APENAS falar. ESCUTAR e caridade! Elas não tem com quem falar e receber conforto. E para isso sequer precisa de carro......
Essas ações as vezes passam desapercebidas.
Desculpem de falei muito. Em suma: quer subir, va! Mas não se preocupe em salvar vidas. Va na humildade e saiba que qualquer trabalho e caridade.
Espero que não me entendam mal. Não quero jogar agua no chopp de ninguem. So não gostaria de saber que um de nos foi vitima. Podemos ajudar na seguranca, ok?
Desculpem se fui muito meloso, quase gay (rs). Estou muito mexido com isso.
Beijo no Coração de Todos!
Allan Barreiros TR4(Lokolamas Off-Road)
Estive no Front no dia 15/01/2011 sim e o que vi foi muito triste e ao mesmo tempo bonito. Contraditorio não?
Pois e, MUITO TRISTE porque as necessidades sao imensas e BONITO em ver como o povo brasileiro e unido.
Olha, eu acho que qualquer ajuda e valida. Claro, com MUITA PRUDENCIA e RESPEITO com a natureza que não esta nada hospitaleira.
Minha sugestao seria: quer subir? Va, mas com prudencia. Testar o carro e fazer trilha fica em ultimo plano, porque uma brincadeira desavisada pode resultar numa nova tragedia.
Eu, por exemplo, como todos sabem tenho uma TR um pouquinho preparada e mesmo assim não quis me aventurar. Por varias vezes deixei meu carro de lado para fazer trabalhos elementares.
Tem muita gente que opta pelo simples, ou seja, deixar os donativos nos abrigos da prefeitura e pronto. Outros sao mto radicais e desbravam trilhas para chegar a lugares inospitos e de extrema carencia. AMBOS SAO MUITO VALIDOS! Conforme falei, qualquer ajuda e valida.
Os jipeiros que entraram em trilhas sao da galera mais cascuda com carros bem preparados. Eu, preferi não entrar - cada um sabe o seu limite e nessas horas e bom respeitar isso para não ser elemento para aumentar estatisticas e problemas.
Me concentrei em distribuir donativos diretamente nas casas da regiao. Casa condenadas inclusive. Andei muito a pe. Peguei muita chuva no quengo. Subi morro de reduzida com meu carro abarrotado de coisas, mas não cheguei a fazer trilha propriamente dita.
Tem lugares que vc chega e as pessoas querem APENAS falar. ESCUTAR e caridade! Elas não tem com quem falar e receber conforto. E para isso sequer precisa de carro......
Essas ações as vezes passam desapercebidas.
Desculpem de falei muito. Em suma: quer subir, va! Mas não se preocupe em salvar vidas. Va na humildade e saiba que qualquer trabalho e caridade.
Espero que não me entendam mal. Não quero jogar agua no chopp de ninguem. So não gostaria de saber que um de nos foi vitima. Podemos ajudar na seguranca, ok?
Desculpem se fui muito meloso, quase gay (rs). Estou muito mexido com isso.
Beijo no Coração de Todos!
Allan Barreiros TR4(Lokolamas Off-Road)
Relatos de Jipeiros direto do Front: Tragédia Região Serrana(Por Mauricio Bueno, vulgo Mau)
AMIGOS 4x4
"Estou no “olho do furacão” desde quarta-feira, quando subi junto a outros amigos jipeiros levando o Márcio (PY1MNC) e o equipamento para levar a estação que foi a única comunicação durante três dias entre Friburgo e Rio de Janeiro, até que a repetidora de Friburgo, do GRANF (grupo de radioamadores de Friburgo), em 145.350 voltasse a funcionar. Ocorre que quando chegamos a Friburgo, na quarta-feira à noite, tínhamos acesso a todas as informações e aos responsáveis pelos trabalhos de resgate, principalmente o Cel. Robadei e o Robson da DC de Friburgo. A cidade estava sem luz e devastada, com muita lama nas ruas e muita água ainda descendo das encostas, e jantamos no batalhão dos bombeiros, para então subir para a Caledônia e montar a estação. A subida, apesar de ser de paralelepípedo, estava encharcada e com muita lama descendo as encostas, além de crateras perigosíssimas. Neste ponto o Marcinho, jipeiro de Friburgo que nos deu todo apoio inclusive nos acolhendo na sua casa, foi fundamental, verificando o caminho em sua moto na frente do comboio.
Na quinta-feira conseguimos chegar ao hospital da Unimed para levar diesel para o gerador; o caminho estava, como a maioria das ruas de Friburgo, tomado de lama, pedras, crateras e postes caídos. Como o único caminho possível era por estradas de terra enlameadas, com subídas íngremes e cheias de erosão, se não fôssemos nós, de jipe, provalvelmente aquele gerador teria parado.
Sexta feira nos dirigimos à DC quando chegamos, no início da noite, e fomos instruídos pelo Cel. Robadei a comparecer pela manhã para a distribuição de tarefas. No sábado, após os jipes terem sido carregados numa secretaria de Frigurgo, partimos para o local indicado pela Defesa Civil, Macaé de Cima. Até então, tínhamos informações de que a estrada Muri / Lumiar estava bloqueada em alguns pontos, mas mesmo assim resolvemos proceder por ela. Além disso tabém haviam dito que Galdinópolis estava numa situação bem grave.
Verificamos que havia sim queda de barreiras naquela estrada, mas dava para passar, em meio a muita lama e destruição. Seguimos então por Galdinópolis, e verficamos que felizmente as informações não procediam, pois estava tudo bem na localidade, com o único incoveniente de falta de luz. Seguimos então até Rio Bonito de Cima, sempre parando e perguntando se tudo estava bem, se precisavam de algo; como as respostas eram sempre positivas, chegamos a Rio Bonito de Cima, estivemos com a Dédé (Pouso da Perereca) e felizmente a encontramos bem, mas também sem luz – aliás, quase toda a cidade de Friburgo está sem luz.
Como naquela região notadamente não havia necessidade de nossa presença, seguimos então para São José do Ribeirão, passando por Lumiar e S Pedro da Serra, para checar as reais condições, já que também havia relatos de que aquelas localidades passariam por dificuldades; mas de novo, felizmente, as informações não procediam, e estava tudo bem em Lumiar e S Pedro da Serra.
Já em S José do Ribeirão a situação era crítica: a localidade apresentava um cenário de destruição completa, tendo o rio subido muito naquele local e destruído grande quantidade de residências; centenas de moradores estavam abrigados numa pequena escola pública em um local mais alto, onde o rio não chegara. Ainda não havia chegado nenhum donativo naquele local, e ficamos todos muito emocionados ao ver o alívio daquelas pessoas quando chegamos com água e comida. Descarregamos tudo o que havíamos levado e retornamos ao centro para comer no único lugar aberto em Friburgo, e logo após, já muito cansados, rumamos para pernoitar na casa do Marcinho.
Até sábado, como disse no início desta mensagem, nosso contato era direto com os responsáveis pelos trabalhos. Como solicitado, domingo pela manhã estávamos nós no novo QG da DC, agora na fábrica Ypu. Ao chegarmos à fábrica, nos deparamos com uma grande confusão: um monte de voluntários sem saber o que fazer, uma porta fechada guarnecida com “autoridades” de todo o tipo, desde guardas municipais de Friburgo até, pasmem, pessoas com coletes de operação Lei Seca! Então passamos de prestadores de serviços de emergência a palhaços, e parecia que estávamos pedindo um grande favor de nos fornecerem mantimentos (e uma enorme quantidade desses mantimentos foi providenciada por nossos companheiros jipeiros!) para levarmos para necessitados. Por sorte o Marcinho estava sempre conosco, e usou seus conhecimentos para que “permitissem” a entrada de nossos jipes para carregarmos donativos.
Com os jipes carregados, partimos com o Cláudio, que é de Friburgo, para as comunidades determinadas pela DC. Eram locais distantes, cruzamos Friburgo totalmente engarrafada, e chegamos a um morro, mas com ruas pavimentadas e casas muito razoáveis. Ficamos todos decepcionados ao perceber que nos haviam mandado a um local onde qualquer veículo chegaria, inclusive encotramos um caminhão descarregando mantimentos no mesmo local para o qual fomos designados. Seguimos um morador da localidade em sua moto, que nos indicaria locais ainda desabastecidos, mas percebemos que não havia grandes problemas onde estivemos. Ainda tentamos chegar ao cume deste morro, onde supostamente havia muita gente sem alimentos, já que ninguém havia conseguido chegar lá por causa da lama, e finalmente pensamos que realmente utilizaríamos nossos equipamentos para ajudar; ao começar o caminho enlameado, encontramos uma guarnição dos bombeiros que nos deu ordem para retornar imediatamente, já que o barranco onde eles estavam trabalhando poderia ruir a qualquer momento, e claro que a ordem foi prontamente obedecida.
Descarregamos o que tínhamos naquela comunidade, e decidimos que nosso trabalho em Friburgo havia terminado, e que retornaríamos ao Rio. Passamos na DC para comunicar o fim de nossoas atividades, mas ao chegar uma família nos pediu ajuda, pedindo para resgatar um casal de idosos num local onde apenas jipes passariam. Prontamente formamos um comboio e partimos para a localidade, bem longe do centro, mas tivemos outra decepção ao perceber que servimos apenas como táxis de luxo, ou seja, um jipe com os membros da tal família, comboioado por outros seis, apenas para chegar a um local totalmente pavimentado onde havia inclusive um carro de passeio da própria família. Cansados de rodar a toa por Friburgo e fazer papel de bobos, informei pelo rádio ao Carlindo que estava desativando a NUDEC 4x4 em Friburgo e tomamos a RJ 116 em direção a nossas casas. Ainda pegamos um baita engarrafamento entre Itaboraí Duques, esquecemos que aquela estrada fica entupida aos domingos por causa da volta da região dos Lagos...
Enfim, provamos que a união das forças de rádioamadores e jipeiros é de fundamental importância nesses momentos, e tenho certeza de que todos que participamos de operações em Friburgo estamos chocados com o cenário de destruição e tristeza que presenciamos, mas com o orgulho de termos colocado nossos equipamentos e disposição a serviço do bem comum, e conseguimos minorar o sofrimento e alguns problemas de parte da população atingida pela catástrofe.
Agradeço a todos pelo apoio que foi dado à NUDEC 4x4 coordenada por mim, e peço desculpas por um tratamento frio em algumas situações, mas nos momentos de maior tensão, nos quais tinha que atender rádioamadores que me solicitavam e buscavam informações sobre os locais pelos quais passávamos e mais PX e celulares (quando funcionavam), tinha que ser um tanto quanto ríspido em minhas palavras."
Tenho certeza de que estaremos sempre a postos para situações deste tipo. Valeu, meus amigos.
Amplexos,
Long Live Rock´n Roll
Assim Falou Mau
Willys CJ-5 1960 - Tortinho
Toyota Hilux CD 1993 - Phoenix
JIPENET/RJ - EM BUSCA DO MAU CAMINHO
PX1 K 9502 / LABRE 75186
"Estou no “olho do furacão” desde quarta-feira, quando subi junto a outros amigos jipeiros levando o Márcio (PY1MNC) e o equipamento para levar a estação que foi a única comunicação durante três dias entre Friburgo e Rio de Janeiro, até que a repetidora de Friburgo, do GRANF (grupo de radioamadores de Friburgo), em 145.350 voltasse a funcionar. Ocorre que quando chegamos a Friburgo, na quarta-feira à noite, tínhamos acesso a todas as informações e aos responsáveis pelos trabalhos de resgate, principalmente o Cel. Robadei e o Robson da DC de Friburgo. A cidade estava sem luz e devastada, com muita lama nas ruas e muita água ainda descendo das encostas, e jantamos no batalhão dos bombeiros, para então subir para a Caledônia e montar a estação. A subida, apesar de ser de paralelepípedo, estava encharcada e com muita lama descendo as encostas, além de crateras perigosíssimas. Neste ponto o Marcinho, jipeiro de Friburgo que nos deu todo apoio inclusive nos acolhendo na sua casa, foi fundamental, verificando o caminho em sua moto na frente do comboio.
Na quinta-feira conseguimos chegar ao hospital da Unimed para levar diesel para o gerador; o caminho estava, como a maioria das ruas de Friburgo, tomado de lama, pedras, crateras e postes caídos. Como o único caminho possível era por estradas de terra enlameadas, com subídas íngremes e cheias de erosão, se não fôssemos nós, de jipe, provalvelmente aquele gerador teria parado.
Sexta feira nos dirigimos à DC quando chegamos, no início da noite, e fomos instruídos pelo Cel. Robadei a comparecer pela manhã para a distribuição de tarefas. No sábado, após os jipes terem sido carregados numa secretaria de Frigurgo, partimos para o local indicado pela Defesa Civil, Macaé de Cima. Até então, tínhamos informações de que a estrada Muri / Lumiar estava bloqueada em alguns pontos, mas mesmo assim resolvemos proceder por ela. Além disso tabém haviam dito que Galdinópolis estava numa situação bem grave.
Verificamos que havia sim queda de barreiras naquela estrada, mas dava para passar, em meio a muita lama e destruição. Seguimos então por Galdinópolis, e verficamos que felizmente as informações não procediam, pois estava tudo bem na localidade, com o único incoveniente de falta de luz. Seguimos então até Rio Bonito de Cima, sempre parando e perguntando se tudo estava bem, se precisavam de algo; como as respostas eram sempre positivas, chegamos a Rio Bonito de Cima, estivemos com a Dédé (Pouso da Perereca) e felizmente a encontramos bem, mas também sem luz – aliás, quase toda a cidade de Friburgo está sem luz.
Como naquela região notadamente não havia necessidade de nossa presença, seguimos então para São José do Ribeirão, passando por Lumiar e S Pedro da Serra, para checar as reais condições, já que também havia relatos de que aquelas localidades passariam por dificuldades; mas de novo, felizmente, as informações não procediam, e estava tudo bem em Lumiar e S Pedro da Serra.
Já em S José do Ribeirão a situação era crítica: a localidade apresentava um cenário de destruição completa, tendo o rio subido muito naquele local e destruído grande quantidade de residências; centenas de moradores estavam abrigados numa pequena escola pública em um local mais alto, onde o rio não chegara. Ainda não havia chegado nenhum donativo naquele local, e ficamos todos muito emocionados ao ver o alívio daquelas pessoas quando chegamos com água e comida. Descarregamos tudo o que havíamos levado e retornamos ao centro para comer no único lugar aberto em Friburgo, e logo após, já muito cansados, rumamos para pernoitar na casa do Marcinho.
Até sábado, como disse no início desta mensagem, nosso contato era direto com os responsáveis pelos trabalhos. Como solicitado, domingo pela manhã estávamos nós no novo QG da DC, agora na fábrica Ypu. Ao chegarmos à fábrica, nos deparamos com uma grande confusão: um monte de voluntários sem saber o que fazer, uma porta fechada guarnecida com “autoridades” de todo o tipo, desde guardas municipais de Friburgo até, pasmem, pessoas com coletes de operação Lei Seca! Então passamos de prestadores de serviços de emergência a palhaços, e parecia que estávamos pedindo um grande favor de nos fornecerem mantimentos (e uma enorme quantidade desses mantimentos foi providenciada por nossos companheiros jipeiros!) para levarmos para necessitados. Por sorte o Marcinho estava sempre conosco, e usou seus conhecimentos para que “permitissem” a entrada de nossos jipes para carregarmos donativos.
Com os jipes carregados, partimos com o Cláudio, que é de Friburgo, para as comunidades determinadas pela DC. Eram locais distantes, cruzamos Friburgo totalmente engarrafada, e chegamos a um morro, mas com ruas pavimentadas e casas muito razoáveis. Ficamos todos decepcionados ao perceber que nos haviam mandado a um local onde qualquer veículo chegaria, inclusive encotramos um caminhão descarregando mantimentos no mesmo local para o qual fomos designados. Seguimos um morador da localidade em sua moto, que nos indicaria locais ainda desabastecidos, mas percebemos que não havia grandes problemas onde estivemos. Ainda tentamos chegar ao cume deste morro, onde supostamente havia muita gente sem alimentos, já que ninguém havia conseguido chegar lá por causa da lama, e finalmente pensamos que realmente utilizaríamos nossos equipamentos para ajudar; ao começar o caminho enlameado, encontramos uma guarnição dos bombeiros que nos deu ordem para retornar imediatamente, já que o barranco onde eles estavam trabalhando poderia ruir a qualquer momento, e claro que a ordem foi prontamente obedecida.
Descarregamos o que tínhamos naquela comunidade, e decidimos que nosso trabalho em Friburgo havia terminado, e que retornaríamos ao Rio. Passamos na DC para comunicar o fim de nossoas atividades, mas ao chegar uma família nos pediu ajuda, pedindo para resgatar um casal de idosos num local onde apenas jipes passariam. Prontamente formamos um comboio e partimos para a localidade, bem longe do centro, mas tivemos outra decepção ao perceber que servimos apenas como táxis de luxo, ou seja, um jipe com os membros da tal família, comboioado por outros seis, apenas para chegar a um local totalmente pavimentado onde havia inclusive um carro de passeio da própria família. Cansados de rodar a toa por Friburgo e fazer papel de bobos, informei pelo rádio ao Carlindo que estava desativando a NUDEC 4x4 em Friburgo e tomamos a RJ 116 em direção a nossas casas. Ainda pegamos um baita engarrafamento entre Itaboraí Duques, esquecemos que aquela estrada fica entupida aos domingos por causa da volta da região dos Lagos...
Enfim, provamos que a união das forças de rádioamadores e jipeiros é de fundamental importância nesses momentos, e tenho certeza de que todos que participamos de operações em Friburgo estamos chocados com o cenário de destruição e tristeza que presenciamos, mas com o orgulho de termos colocado nossos equipamentos e disposição a serviço do bem comum, e conseguimos minorar o sofrimento e alguns problemas de parte da população atingida pela catástrofe.
Agradeço a todos pelo apoio que foi dado à NUDEC 4x4 coordenada por mim, e peço desculpas por um tratamento frio em algumas situações, mas nos momentos de maior tensão, nos quais tinha que atender rádioamadores que me solicitavam e buscavam informações sobre os locais pelos quais passávamos e mais PX e celulares (quando funcionavam), tinha que ser um tanto quanto ríspido em minhas palavras."
Tenho certeza de que estaremos sempre a postos para situações deste tipo. Valeu, meus amigos.
Amplexos,
Long Live Rock´n Roll
Assim Falou Mau
Willys CJ-5 1960 - Tortinho
Toyota Hilux CD 1993 - Phoenix
JIPENET/RJ - EM BUSCA DO MAU CAMINHO
PX1 K 9502 / LABRE 75186
Minas Gerais terá representantes no 17º Transparaná
Competidores da capital mineira contam os dias para o maior rali de regularidade Paranaense.
Prova será entre os dias 23 a 29 de janeiro.
Sábado, dia 22 (Centro Náutico de Guaíra)
9h – Abertura da secretaria de prova
Domingo, dia 23 (Centro Náutico de Guaíra)
10h30 – Curso de navegação
12h – Fechamento da secretaria de prova
17h – Abertura oficial do 17º Transparaná
18h01 – Largada Super Prime
20h – Jantar
21h – Resultado Super Prime
21h30 – Briefing geral
Segunda-feira, dia 24
8h01 – Largada carro 1 (Av. Mate Laranjeiras, Guaíra)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Posto Tonin Av. Tancredo Neves, 499 – Cascavel)
20h – Jantar (Posto Tonin)
22h – Premiação
Terça-feira, dia 25
8h01 – Largada carro 1 (Posto Tonin)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Praça Getúlio Vargas - Campo Mourão)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Quarta-feira, dia 26
8h01 – Largada carro 1 (Praça Getúlio Vargas - Campo Mourão)
16h50 – Chegada prevista carro 1 (Praça da Matriz, Avenida Curitiba – Apucarana)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Quinta-feira, dia 27
8h01 – Largada carro 1 (Posto Ipiranga na Avenida Minas Gerais - Apucarana)
17h00 – Chegada prevista carro 1 (Prefeitura de Telêmaco Borba)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Sexta-feira, dia 28
8h01 – Largada carro 1 (Prefeitura de Telêmaco Borba)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Parque Barigui - Curitiba)
20h – Jantar (Chácara Sapolândia na Rua Desembargador Antônio de Paula 3695 - Curitiba)
22h – Premiação
Sábado, dia 29
8h01 – Largada carro 1 (Parque Barigui - Curitiba)
13h – Chegada prevista carro 1 (Praça Municipal - Caiobá)
20h – Jantar (a definir)
Por: Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa
Prova será entre os dias 23 a 29 de janeiro.
Falta menos de uma semana para a largada do rali de regularidade que abre a temporada na região sul do Brasil: o Transparaná. A prova sai da região oeste do Paraná e termina no litoral. Serão sete dias de rali, percorrendo 1.500 quilômetros. Nesta jornada, estarão na briga mais de 70 duplas de sete estados brasileiros, entre eles Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
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| L200 Triton Capitu |
Representando o grande estado de Minas Gerais, estão as duplas da capital Bruno Sander / Rodrigo Viana e Fernando Lage / Rafael Dal Bello. Esta será a segunda vez que a Sander Rally Team estará presente no Transparaná, com boas expectativas para 2011: “Na categoria Junior temos muitos concorrentes, mas acredito que desta vez nossa dupla tem capacidade de voltar com ótimos resultados. A responsabilidade de duas duplas representarem o estado é muito grande, já que em Minas temos grandes referências no esporte. Motivo de orgulho e incentivo para nós!”, comenta o piloto Bruno Sander.
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| Piloto Bruno Sander |
As atividades do 17º Transparaná começam no sábado, dia 22, em Guaíra. A Super Prime, que define a ordem de largada, será no domingo, dia 23. A primeira etapa do rali de regularidade será na segunda-feira, dia 24. A última bandeirada e premiação final está marcada para o sábado seguinte, dia 29. Veja a programação completa:
Sábado, dia 22 (Centro Náutico de Guaíra)
9h – Abertura da secretaria de prova
Domingo, dia 23 (Centro Náutico de Guaíra)
10h30 – Curso de navegação
12h – Fechamento da secretaria de prova
17h – Abertura oficial do 17º Transparaná
18h01 – Largada Super Prime
20h – Jantar
21h – Resultado Super Prime
21h30 – Briefing geral
Segunda-feira, dia 24
8h01 – Largada carro 1 (Av. Mate Laranjeiras, Guaíra)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Posto Tonin Av. Tancredo Neves, 499 – Cascavel)
20h – Jantar (Posto Tonin)
22h – Premiação
Terça-feira, dia 25
8h01 – Largada carro 1 (Posto Tonin)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Praça Getúlio Vargas - Campo Mourão)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Quarta-feira, dia 26
8h01 – Largada carro 1 (Praça Getúlio Vargas - Campo Mourão)
16h50 – Chegada prevista carro 1 (Praça da Matriz, Avenida Curitiba – Apucarana)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Quinta-feira, dia 27
8h01 – Largada carro 1 (Posto Ipiranga na Avenida Minas Gerais - Apucarana)
17h00 – Chegada prevista carro 1 (Prefeitura de Telêmaco Borba)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Sexta-feira, dia 28
8h01 – Largada carro 1 (Prefeitura de Telêmaco Borba)
16h30 – Chegada prevista carro 1 (Parque Barigui - Curitiba)
20h – Jantar (Chácara Sapolândia na Rua Desembargador Antônio de Paula 3695 - Curitiba)
22h – Premiação
Sábado, dia 29
8h01 – Largada carro 1 (Parque Barigui - Curitiba)
13h – Chegada prevista carro 1 (Praça Municipal - Caiobá)
20h – Jantar (a definir)
22h – Premiação
Por: Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa
Fotos: Paulo Valente e Divulgação
Relatos de Jipeiros direto do front: Desastre da Região Serrana: Por Carlos Lobo
Pessoal,
Acabo de chegar de Friburgo. Prometo ser breve.
Gostaria de agradecer à todos pelas doações e ajuda de qq tipo até agora.
Literalmente é uma situação que nos ensina que não existe mérito maior para quem doa mais, ou menor para quem doa menos, qualquer doação, seja material, em trabalho, consolo, orações, enfim, tudo é válico, necessário e importante. Além disso mostra o qto somos pequenos sozinhos e grandes qdo juntos.
No grupo que estava participando conseguimos uma qtde de doações bem acima do que esperávamos (que bom!), foram carregamos alguns caminhões, VANs, e dezenas de jipes abarrotados.
Foi um final de semana intenso e de muita ralação, de eventos como o mesmo caminhão furar 3 pneus, trabalharmos como carregadores e descarregadores de caminhões e jipes, lidar com as mudanças constantes do tempo, das estradas/via vicinais e seus riscos, entre outras coisas, muitas assustadoras e tristes.
Mas tbm conseguimos dar a utilidade correta à nossos jipes, como em uma comunidade chamada Banquete que o acesso só era possível à veículos 4x4 (nenhum veículo 4x2 ou caminhão leve chegava), e encontramos cenas que irão ficar marcadas para sempre, desde uma casa de 3 andares totalmente destruída e com matos agarrados aos fios de eletricidade à vários metros de altura, à emoção de pessoas que não recebiam pouca ou nenhuma ajuda há algum tempo.
Isso justifica ou faz esquecer qq tipo de cansaço ou despesas.
O mais importante tbm foi ter cumprido a regra de ajudar sem se tornar vítima, todos voltamos sem nenhum ferimento e danos mínimos nos veículos, que poderão voltar à ativa na ajuda nos próximos dias.
Está claro que toda aquela região irá precisar de uma ajuda de longo prazo e constante.
Ah! Estou esquecendo de ser breve, então, vou ficando por aqui, voltando de novo à agradecer à todos (sem nomes ou principalmente....), por tudo, em qq escala.
Quinta estarei lá de volta, qq ajuda continua sendo bem-vinda.
Obrigado.
Carlos LOBO
Equipe TAZ na MÃO 4x4 RJ
"Na dúvida a gente acelera
Visite nosso blog: http://taznamao.blogspot.com
Acabo de chegar de Friburgo. Prometo ser breve.
Gostaria de agradecer à todos pelas doações e ajuda de qq tipo até agora.
Literalmente é uma situação que nos ensina que não existe mérito maior para quem doa mais, ou menor para quem doa menos, qualquer doação, seja material, em trabalho, consolo, orações, enfim, tudo é válico, necessário e importante. Além disso mostra o qto somos pequenos sozinhos e grandes qdo juntos.
No grupo que estava participando conseguimos uma qtde de doações bem acima do que esperávamos (que bom!), foram carregamos alguns caminhões, VANs, e dezenas de jipes abarrotados.
Foi um final de semana intenso e de muita ralação, de eventos como o mesmo caminhão furar 3 pneus, trabalharmos como carregadores e descarregadores de caminhões e jipes, lidar com as mudanças constantes do tempo, das estradas/via vicinais e seus riscos, entre outras coisas, muitas assustadoras e tristes.
Mas tbm conseguimos dar a utilidade correta à nossos jipes, como em uma comunidade chamada Banquete que o acesso só era possível à veículos 4x4 (nenhum veículo 4x2 ou caminhão leve chegava), e encontramos cenas que irão ficar marcadas para sempre, desde uma casa de 3 andares totalmente destruída e com matos agarrados aos fios de eletricidade à vários metros de altura, à emoção de pessoas que não recebiam pouca ou nenhuma ajuda há algum tempo.
Isso justifica ou faz esquecer qq tipo de cansaço ou despesas.
O mais importante tbm foi ter cumprido a regra de ajudar sem se tornar vítima, todos voltamos sem nenhum ferimento e danos mínimos nos veículos, que poderão voltar à ativa na ajuda nos próximos dias.
Está claro que toda aquela região irá precisar de uma ajuda de longo prazo e constante.
Ah! Estou esquecendo de ser breve, então, vou ficando por aqui, voltando de novo à agradecer à todos (sem nomes ou principalmente....), por tudo, em qq escala.
Quinta estarei lá de volta, qq ajuda continua sendo bem-vinda.
Obrigado.
Carlos LOBO
Equipe TAZ na MÃO 4x4 RJ
"Na dúvida a gente acelera
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ajuda aos desabrigados da Região Serrana/RJ
Atenção Galera Jipeira e Turma dos 4x4, estamos precisando de toda a ajuda na qual puderem prestar para as vitimas dos desabamentos na Região Serrana/RJ, em forma de donativos, em forma de doação de dinheiro, doação de sangue, o que realmente importa é ajudarmos de alguma forma com o pouco que nós temos, o que pra eles será muito, pois, muitos perderam tudo.
O Amigo Allan Barreiros(Lokolamas), a Amiga Sandra(Grupo4x4), o Amigo Rogerio(Jipenet/RJ) estão se disponibilizando para seguir ate os locais de entrega com donativos(Defesa Civil Regiao Serrana) e estão precisando de ajuda de qualquer forma, vamos tentar ajuda-los. Eles ja possuem alguns cobertores, e pretendem arrecadar algum valor e transforma-lo em produtos que possam ser usados pelos desabrigados das chuvas, que serao comprados a preço de custo num mercado amigo de outras situaçoes, mas, tambem podemos ajudar trazendo donativos, roupas, calçados, casacos, chinelos, sabonetes, pasta de dentes, papel higienico, absorventes, cobertores, ou se juntando ao comboio, e se colocando a disposiçao. Eles devem partir no sabado na parte da manha em comboio em direçao aos Municipios prejudicados.
Sairá um comboio do McDonalds da Av Brasil, ao lado do Hospital de Bonsucesso, entrada Linha Amarela, saída às 9h da manhã em ponto.
Doações levar no sábado no Mc Donalds até 9h: Àgua Mineral, Leite em pó, Colchonetes, Material de Higiene, Roupa de cama e banho, Edredons, Cobertores, alimentos não perecíveis, fraldas, velas.
Caso queira depositar alguma coisa, o Markito esta recolhendo os valores. Se puder depositar na conta dele, agradeco:
--- Banco Bradesco
--- Ag.:1975
--- CC: 341-7
--- Marcus Vinicius Goncalves Meneses
--- CPF: 081.164.887-75
Telefone: (021) 7836-9051
O e-mail dele: marcusmeneses@hotmail.com
Obs: Com um pouquinho em que ajudarmos, sera o muito para os que nao tem nada nesse momento.
Seguem alguns contatos:
Allan Barreiros: 021 9102-8541 // 021 7860-4167 // 10*13356 barreirosallan@yahoo.com.br
Sandrita Xavier sandrita.xavier@gmail.com
Rogerio: 021 8889-2036 rogerio1968@yahoo.com.br
Marcus Vinicios: (021) 7836-9051 marcusmeneses@hotmail.com
O Amigo Allan Barreiros(Lokolamas), a Amiga Sandra(Grupo4x4), o Amigo Rogerio(Jipenet/RJ) estão se disponibilizando para seguir ate os locais de entrega com donativos(Defesa Civil Regiao Serrana) e estão precisando de ajuda de qualquer forma, vamos tentar ajuda-los. Eles ja possuem alguns cobertores, e pretendem arrecadar algum valor e transforma-lo em produtos que possam ser usados pelos desabrigados das chuvas, que serao comprados a preço de custo num mercado amigo de outras situaçoes, mas, tambem podemos ajudar trazendo donativos, roupas, calçados, casacos, chinelos, sabonetes, pasta de dentes, papel higienico, absorventes, cobertores, ou se juntando ao comboio, e se colocando a disposiçao. Eles devem partir no sabado na parte da manha em comboio em direçao aos Municipios prejudicados.
Sairá um comboio do McDonalds da Av Brasil, ao lado do Hospital de Bonsucesso, entrada Linha Amarela, saída às 9h da manhã em ponto.
Doações levar no sábado no Mc Donalds até 9h: Àgua Mineral, Leite em pó, Colchonetes, Material de Higiene, Roupa de cama e banho, Edredons, Cobertores, alimentos não perecíveis, fraldas, velas.
Caso queira depositar alguma coisa, o Markito esta recolhendo os valores. Se puder depositar na conta dele, agradeco:
--- Banco Bradesco
--- Ag.:1975
--- CC: 341-7
--- Marcus Vinicius Goncalves Meneses
--- CPF: 081.164.887-75
Telefone: (021) 7836-9051
O e-mail dele: marcusmeneses@hotmail.com
Obs: Com um pouquinho em que ajudarmos, sera o muito para os que nao tem nada nesse momento.
Seguem alguns contatos:
Allan Barreiros: 021 9102-8541 // 021 7860-4167 // 10*13356 barreirosallan@yahoo.com.br
Sandrita Xavier sandrita.xavier@gmail.com
Rogerio: 021 8889-2036 rogerio1968@yahoo.com.br
Marcus Vinicios: (021) 7836-9051 marcusmeneses@hotmail.com
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
BOAS FESTAS E UM FELIZ 2011...
Aos AMIGOS que nos acompanharam por todo o ano de 2010, agradeço pela paciência e compreensão, nem todos são perfeitos, mas, é nos erros que nos espelhamos para fazer sempre o melhor.
Agradeço por todas as nossas conquistas em 2010, por toda nossa saúde até aqui, por todas as nossas alegrias, por nossas familias, pela compania agradável dos Amigos nas Trilhas da vida, e, é sempre nas dificuldades é que vemos onde nossos AMIGOS estão, sempre ao nosso lado.
Que tenhamos um ano de muita SAÚDE, muita PAZ, muita LUZ e DESAFIOS em nossos caminhos e que os AMIGOS continuem sempre ao nosso lado, pra comemorarmos juntos as nossas CONQUISTAS.
BOAS FESTAS E UM FELIZ 2011 a todos...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
SER JIPEIRA é...
Ser jipeira é ser um ser um pouco diferente.
É experimentar um jeito de ser mulher em um universo bem masculino e aprender com a convivência as melhores virtudes dos homens:a camaradagem, o companheirismo, a cumplicidade e a objetividade.
É ter calma e coragem mesmo quando a TPM bota os medos e inseguranças pra fora.
É não perder o charme e a feminilidade, mesmo suja e elameada.
É ver as caras de espanto, só porque você sabe o que é e onde fica a rebimboca da parafuseta.
É aceitar calmamente pensarem que você é sapatão, só porque anda num jipão.
É saber que não adiante deixar a roupa suja de barro no tanque, porque é você mesma que vai lavar.
É saber o real significado da frase: "meu namorado disse: ou eu, ou o jipe. Ah, como eu gostava dele....".
É comprar menos roupas e sapatos pra ter o que gastar na oficina.
É se sentir mais feliz no Setor H Norte* do que no shopping.
É saber que fazer trilha é o melhor tratamento estético que existe, rejuvenece, sara a barriguinha e enrijece os glúteos.
É aprender que há cinta que não é para prender meias e que há prancha que não é pra fazer chapinha no cabelo.É ter mais graxa nas unhas do que esmalte.
É lembrar de retocar o batom na mesma erosão onde muitos marmanjos se mijaram nas calças.
É a alegria de ouvir "se você for vai ser muito melhor" e ver como é valorizada a presença feminina no mundo off-road.
É fazer o maior sucesso em qualquer posto de gasolina.
Mas, ser jipeira também é ter muito em comum com os jipeiros.
É ter lama nas veias.É gostar de desafio e de sentir o coração batendo acelerado.
É ser mais uma criança com seu brinquedão.
E é descobrir que uma das coisas mais gostosas da vida é esquecer do mundo em uma trilha, rodeada de amigos!
(Telma Cristina S. Ceolin JIPENET-BSB)
É experimentar um jeito de ser mulher em um universo bem masculino e aprender com a convivência as melhores virtudes dos homens:a camaradagem, o companheirismo, a cumplicidade e a objetividade.
É ter calma e coragem mesmo quando a TPM bota os medos e inseguranças pra fora.
É não perder o charme e a feminilidade, mesmo suja e elameada.
É ver as caras de espanto, só porque você sabe o que é e onde fica a rebimboca da parafuseta.
É aceitar calmamente pensarem que você é sapatão, só porque anda num jipão.
É saber que não adiante deixar a roupa suja de barro no tanque, porque é você mesma que vai lavar.
É saber o real significado da frase: "meu namorado disse: ou eu, ou o jipe. Ah, como eu gostava dele....".
É comprar menos roupas e sapatos pra ter o que gastar na oficina.
É se sentir mais feliz no Setor H Norte* do que no shopping.
É saber que fazer trilha é o melhor tratamento estético que existe, rejuvenece, sara a barriguinha e enrijece os glúteos.
É aprender que há cinta que não é para prender meias e que há prancha que não é pra fazer chapinha no cabelo.É ter mais graxa nas unhas do que esmalte.
É lembrar de retocar o batom na mesma erosão onde muitos marmanjos se mijaram nas calças.
É a alegria de ouvir "se você for vai ser muito melhor" e ver como é valorizada a presença feminina no mundo off-road.
É fazer o maior sucesso em qualquer posto de gasolina.
Mas, ser jipeira também é ter muito em comum com os jipeiros.
É ter lama nas veias.É gostar de desafio e de sentir o coração batendo acelerado.
É ser mais uma criança com seu brinquedão.
E é descobrir que uma das coisas mais gostosas da vida é esquecer do mundo em uma trilha, rodeada de amigos!
(Telma Cristina S. Ceolin JIPENET-BSB)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Copa Mineira de Rally de Regularidade 2010: Etapa Alfenas
De Piloto à Navegador: com direito a poduim e trofeú( por Bruno Sander )...
Sexta, BH/MG, 10/12/2010, 17 horas eu em casa à toa e o celular toca, era o Piloto Anderson, um amigo que tem um Troller e corre a Copa Mineira desde a primeira etapa, estava em Quarto Lugar no Campeonato, precisando de um navegador, pois, na última hora o navegador dele deu o bolo nele! Ele precisava ficar em Quarto lugar na etapa para terminar em terceiro no Campeonato (a diferença dele para o Segundo era muito grande e não tinha como correr atrás)...
A prova seria no Sábado, dia 11/12/2010, às 09hs da manhã...Eu pensei: Troféu de navegador eu ainda não tenho! Então, tô dentro...
O meu navegador no Mitsubishi Motors Sports, Rodrigo Viana( "Rogério Frausino" ) corre a Copa Mineira com outro Piloto (em 2011 ele vai navegar prá mim), porém na Mastér.
Ele disse que eu não ia dar conta... Resultado: Mandei bem na navegação, não perdemos nenhum PC, ainda corrigí o meu piloto em duas entradas que ele ia errar (fazer diferente do que eu havia mostrado)... E nos demos bem. Eu já cheguei tirando onda com ele: Nunca naveguei e já comecei na categoria mais Top, mais alta que a sua (Risos)...
Ele (o Piloto) ficou em terceiro Lugar Geral no Campeonato (na Super-Máster) e eu ainda pude tirar onda com o J-Quest(Rodrigo Viana) e colocar meu primeiro Troféu como navegador na minha estante!
Vê se pode um "trem" destes?!!!
Sexta, BH/MG, 10/12/2010, 17 horas eu em casa à toa e o celular toca, era o Piloto Anderson, um amigo que tem um Troller e corre a Copa Mineira desde a primeira etapa, estava em Quarto Lugar no Campeonato, precisando de um navegador, pois, na última hora o navegador dele deu o bolo nele! Ele precisava ficar em Quarto lugar na etapa para terminar em terceiro no Campeonato (a diferença dele para o Segundo era muito grande e não tinha como correr atrás)...A prova seria no Sábado, dia 11/12/2010, às 09hs da manhã...Eu pensei: Troféu de navegador eu ainda não tenho! Então, tô dentro...
O meu navegador no Mitsubishi Motors Sports, Rodrigo Viana( "Rogério Frausino" ) corre a Copa Mineira com outro Piloto (em 2011 ele vai navegar prá mim), porém na Mastér.
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| Navegador Rodrigo(Rogerio Flausino) |
Ele (o Piloto) ficou em terceiro Lugar Geral no Campeonato (na Super-Máster) e eu ainda pude tirar onda com o J-Quest(Rodrigo Viana) e colocar meu primeiro Troféu como navegador na minha estante!
Vê se pode um "trem" destes?!!!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Mit Cup Final de Temporada 2010: Ribeirão Preto/SP
Ribeirão Preto, 27 de novembro de 2010 - Sol, muito calor e um circuito diferente. Esses foram os principais ingredientes que marcaram a grande final da Mitsubishi Cup, o rali de velocidade que completa onze anos promovendo disputas acirradas e muita adrenalina entre os competidores das categorias Pajero TR4R Light, Pajero TR4R, L200 RS e a disputadíssima L200 Triton RS.
Na última etapa, a realização do evento teve de contar com a experiência de toda a equipe técnica para driblar as dificuldades impostas pela natureza, resultado das fortes chuvas que assolaram a região durante a semana, forçando o redesenho do circuito, que acabou ficando com apenas 16,5 km de extensão. Outra mudança se deu em relação ao formato das disputas. Ao todo, cada competidor acabou dando cinco voltas na pista para compensar a dimensão mais curta. No entanto, os pilotos puderam acelerar, pois o circuito ganhou em velocidade. E com o sol firmado no final de semana, o que se viu foi muita poeira pelo ar na pista montada dentro da fazenda Santa Francesca, às margens da Rodovia Anhanguera.
No local, a dupla formada pelo piloto Cesar Eduardo T. Lopes e seu navegador Osmar Dehn da Equipe Alternativa Racing declarou: "Estou muito satisfeito pois melhoramos muito em todas as voltas, baixando tempo e terminamos em 6º, pois, fizemos duas vezes um 5º e um 8º, sendo que fizemos o mesmo tempo do 7º e o critério de desempate foi no milésimos de segundo e menos de um segundo do do 4º colocado. Já na classificação geral fechamos o ano em 12° totalizando 86 pontos conquistados com muito suor e dedicação de toda a equipe. Juntamos essa experiência com um ótimo entrosamento e deu certo", explicou o piloto Cesar Lopes.
Outro bom resultado foi conquistado pela navegadora Adriana Parra como a primeira mulher a vencer um título na competição. Após dois anos correndo com muita garra ao lado do marido e piloto, Paulo Rugna, a dupla conseguiu finalmente conquistar uma temporada da Cup. Melhor não podia ser. Afinal, para coroar este resultado os dois levaram o primeiro lugar da etapa de Ribeirão Preto. "Fechamos com chave de ouro. Tudo fluiu perfeitamente e foi um ano maravilhoso, pois estamos em uma equipe muito boa e ainda a sorte estava ao nosso lado. É um privilégio contar com a Adriana como navegadora, pois a mulher é mais organizada e mais disciplinada que o homem", elogiou o marido e piloto da dupla. Para Adriana, que teve de superar o medo quando começou na competição, o rali é a prova de que nesta vida tudo é possível: "Nunca imaginei competir uma prova de velocidade, ainda mais ser campeã no meio de tantos homens. É um esporte pesado para mulher. Tem que ser guerreira porque não e fácil. Mas eu sou realmente apaixonada por isso. Para mim é como se fosse uma família", concluiu a navegadora.
Na categoria L200 RS, dobradinha catarinense. O título foi conquistado por Juliano Diener e Vitor Jose Muench, de São Bento do sul, que vieram com muita vontade e, além do título, voltaram para casa com a vitória de mais uma etapa, a sexta de sete disputadas. "Trabalhamos há três anos com muito afinco nesta categoria. No ano passado ficamos em segundo lugar e neste ano, com muita força e muita garra deu tudo certo. Eu, particularmente, sinto muito prazer em competir aqui, pois é um ambiente familiar e há um grande respeito por parte de todos os participantes. Realmente estou muito feliz e sem palavras para expressar esse sentimento. A Mitsubishi Cup é sempre um campeonato muito difícil e apertado", comemorou Diener. O segundo lugar do campeonato ficou nas mãos de Renato Rosales e Plínio André Bergamo Jr., de Criciúma, confirmado apenas com uma terceira colocação nesta sétima e última etapa.
Mas os maiores duelos ficaram realmente com a categoria L200 Triton RS. E desta vez a dobradinha foi paulistana. Disputada ponto a ponto, o campeão só foi conhecido na última largada e por uma diferença de apenas dois segundos. Melhor para a dupla paulista formada por Cristian Baumgart e Beco Andreotti que, com a vitória da etapa ficou com o bicampeonato, conquistando a edição de 2010. "Acho que essa vitória foi mais difícil que o primeiro campeonato e por isso tem um sabor especial. Hoje acabamos nos arriscando um pouco mais, pois tivemos que recuperar um terceiro lugar e o mais importante foi nós não nos entregarmos. O troféu veio no último momento e por uma diferença muito pequena, o que comprova a competitividade da Cup. E é isso que nos dá ânimo para o ano que vem", afirmou Beco. O vice-campeonato ficou com Reinaldo Varela e Edu Bampi, que também conseguiram a segunda colocação da etapa disputada no interior de São Paulo.
Premiação - Além dos campeões terem garantido troféus em todas as etapas, a Mitsubishi Cup 2010 distribuiu R$ 487.200,00 em dinheiro durante a temporada - a maior premiação do automobilismo nacional. Aos vencedores das categorias L200 Triton RS, L200 RS e Pajero TR4R foi oferecido um prêmio especial: uma viagem exclusiva para o extraordinário Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, na Bahia, um dos mais luxuosos do Nordeste.
A Mitsubishi Cup tem patrocínio Itaú, Gol Linhas Aéreas, Pirelli, Castrol, Mira Transportes, Daslu Homem, Magneti Marelli, Transzero e Artfix
Classificação campeonato Mitsubishi Cup 2010 com descartes
Categoria Pajero TR4R Light
1° Henry Grosskopf e André Lucas Munhoz (São Bento do Sul / SC) - 216 pontos
2° Eder Benito e Dalmo Bergantin (Itu /SP) - 194 pontos
3° Renato Kahn e Gilze Ferreira de Araújo (São Paulo / SP) - 188 pontos
Categoria Pajero TR4R
1º Paulo Rugna e Adriana Parra (São Paulo / SP) - 221 pontos
2° Fabio Vinicius Rocha Nascimento e Paulo Vinicius P. do Nascimento (São José dos Campos /SP) - 204 pontos
3° Willians Joares Dums e Jorge Adriano Peters (São Bento do Sul / SC) - 200 pontos
Categoria L200 RS
1° Juliano Jorge Vieira Diener e Vitor Jose Muench (São Bento do Sul / SC) - 222 pontos
2° Renato Rosales e Plinio André Bergamo Junior (Criciúma / SC) - 206 pontos
3° Peterson Silva de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) - 195 pontos
Categoria L200 Triton RS
1° Cristian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo / SP) - 221 pontos
2° Reinaldo Varela e Edu Bampi (São Paulo / SP) - 218 pontos
3° Marcos Cassol e Rodrigo Mello (Rio Verde / GO) - 204 pontos
Classificação da Etapa tapa Mitsubishi Cup Ribeirão Preto
Categoria Pajero TR4R Light
1° Elcio Bardeli Junior e Luiz Poli (Curitiba / PR) - 29 pontos
2° Glaucio Vanderlinde e Idali Bosse (Rio Negro / PR) - 29
3° Henry Grosskopf e André Lucas Munhoz (São Bento do Sul / SC) - 26 pontos
4° Rafael Martins Cassol e Filipi Bianchini de Oliveira (Rio Verde / GO) - 24 pontos
5° Alessandro Cesar Tozoni e Fabio Peralli - (Jundiaí / SP) - 21 pontos
Categoria Pajero TR4R
1º Paulo Rugna e Adriana Parra (São Paulo / SP) - 42 pontos
2° Sérgio Braz Gugelmin e Ivo Renato Mayer (Lages / SC) - 41 pontos
3° Willians Joares Dums e Jorge Adriano Peters (São Bento do Sul / SC) - 35 pontos
4° Carlos Henrique Scheffer Jr. e Rafael Malucelli - (Curitiba / PR) - 31 pontos
5° Humberto Lehmann e Marcos Maia Panstein (Jaraguá do Sul / SC) - 30 pontos
Categoria L200 RS
1° Juliano Jorge Vieira Diener e Vitor Jose Muench (São Bento do Sul / SC) - 41 pontos
2° João Carlos Narciso da Silva Cardoso e Sidnei Broering (Curitiba / PR) - 40 pontos
3° Renato Rosales e Plinio André Bergamo Junior (Criciúma / SC) - 39 pontos
4° Peterson Silva de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) - 38 pontos
5° Rodrigo Rezende Leis e Ronald Rezende Leis (Niterói /RJ) - 34 pontos
Categoria L200 Triton RS
1° Cristian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo / SP) - 43 pontos
2° Reinaldo Varela e Edu Bampi (São Paulo/SP) - 42 pontos
3° Marcos Cassol e Rodrigo Mello (Rio Verde/GO) - 39 pontos
4° Ingo Hoffmann e Kaique Bentivoglio (São Paulo / SP) - 38 pontos
5° Marcos Baumgart e Kleber Cincea (São Paulo /SP) - 33 pontos
Fontes: http://www.mitsubishimotors.com.br/
Na última etapa, a realização do evento teve de contar com a experiência de toda a equipe técnica para driblar as dificuldades impostas pela natureza, resultado das fortes chuvas que assolaram a região durante a semana, forçando o redesenho do circuito, que acabou ficando com apenas 16,5 km de extensão. Outra mudança se deu em relação ao formato das disputas. Ao todo, cada competidor acabou dando cinco voltas na pista para compensar a dimensão mais curta. No entanto, os pilotos puderam acelerar, pois o circuito ganhou em velocidade. E com o sol firmado no final de semana, o que se viu foi muita poeira pelo ar na pista montada dentro da fazenda Santa Francesca, às margens da Rodovia Anhanguera.
No local, a dupla formada pelo piloto Cesar Eduardo T. Lopes e seu navegador Osmar Dehn da Equipe Alternativa Racing declarou: "Estou muito satisfeito pois melhoramos muito em todas as voltas, baixando tempo e terminamos em 6º, pois, fizemos duas vezes um 5º e um 8º, sendo que fizemos o mesmo tempo do 7º e o critério de desempate foi no milésimos de segundo e menos de um segundo do do 4º colocado. Já na classificação geral fechamos o ano em 12° totalizando 86 pontos conquistados com muito suor e dedicação de toda a equipe. Juntamos essa experiência com um ótimo entrosamento e deu certo", explicou o piloto Cesar Lopes.Outro bom resultado foi conquistado pela navegadora Adriana Parra como a primeira mulher a vencer um título na competição. Após dois anos correndo com muita garra ao lado do marido e piloto, Paulo Rugna, a dupla conseguiu finalmente conquistar uma temporada da Cup. Melhor não podia ser. Afinal, para coroar este resultado os dois levaram o primeiro lugar da etapa de Ribeirão Preto. "Fechamos com chave de ouro. Tudo fluiu perfeitamente e foi um ano maravilhoso, pois estamos em uma equipe muito boa e ainda a sorte estava ao nosso lado. É um privilégio contar com a Adriana como navegadora, pois a mulher é mais organizada e mais disciplinada que o homem", elogiou o marido e piloto da dupla. Para Adriana, que teve de superar o medo quando começou na competição, o rali é a prova de que nesta vida tudo é possível: "Nunca imaginei competir uma prova de velocidade, ainda mais ser campeã no meio de tantos homens. É um esporte pesado para mulher. Tem que ser guerreira porque não e fácil. Mas eu sou realmente apaixonada por isso. Para mim é como se fosse uma família", concluiu a navegadora.
Na categoria L200 RS, dobradinha catarinense. O título foi conquistado por Juliano Diener e Vitor Jose Muench, de São Bento do sul, que vieram com muita vontade e, além do título, voltaram para casa com a vitória de mais uma etapa, a sexta de sete disputadas. "Trabalhamos há três anos com muito afinco nesta categoria. No ano passado ficamos em segundo lugar e neste ano, com muita força e muita garra deu tudo certo. Eu, particularmente, sinto muito prazer em competir aqui, pois é um ambiente familiar e há um grande respeito por parte de todos os participantes. Realmente estou muito feliz e sem palavras para expressar esse sentimento. A Mitsubishi Cup é sempre um campeonato muito difícil e apertado", comemorou Diener. O segundo lugar do campeonato ficou nas mãos de Renato Rosales e Plínio André Bergamo Jr., de Criciúma, confirmado apenas com uma terceira colocação nesta sétima e última etapa.
Mas os maiores duelos ficaram realmente com a categoria L200 Triton RS. E desta vez a dobradinha foi paulistana. Disputada ponto a ponto, o campeão só foi conhecido na última largada e por uma diferença de apenas dois segundos. Melhor para a dupla paulista formada por Cristian Baumgart e Beco Andreotti que, com a vitória da etapa ficou com o bicampeonato, conquistando a edição de 2010. "Acho que essa vitória foi mais difícil que o primeiro campeonato e por isso tem um sabor especial. Hoje acabamos nos arriscando um pouco mais, pois tivemos que recuperar um terceiro lugar e o mais importante foi nós não nos entregarmos. O troféu veio no último momento e por uma diferença muito pequena, o que comprova a competitividade da Cup. E é isso que nos dá ânimo para o ano que vem", afirmou Beco. O vice-campeonato ficou com Reinaldo Varela e Edu Bampi, que também conseguiram a segunda colocação da etapa disputada no interior de São Paulo.
Premiação - Além dos campeões terem garantido troféus em todas as etapas, a Mitsubishi Cup 2010 distribuiu R$ 487.200,00 em dinheiro durante a temporada - a maior premiação do automobilismo nacional. Aos vencedores das categorias L200 Triton RS, L200 RS e Pajero TR4R foi oferecido um prêmio especial: uma viagem exclusiva para o extraordinário Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, na Bahia, um dos mais luxuosos do Nordeste.
A Mitsubishi Cup tem patrocínio Itaú, Gol Linhas Aéreas, Pirelli, Castrol, Mira Transportes, Daslu Homem, Magneti Marelli, Transzero e Artfix
Classificação campeonato Mitsubishi Cup 2010 com descartes
Categoria Pajero TR4R Light
1° Henry Grosskopf e André Lucas Munhoz (São Bento do Sul / SC) - 216 pontos
2° Eder Benito e Dalmo Bergantin (Itu /SP) - 194 pontos
3° Renato Kahn e Gilze Ferreira de Araújo (São Paulo / SP) - 188 pontos
Categoria Pajero TR4R
1º Paulo Rugna e Adriana Parra (São Paulo / SP) - 221 pontos
2° Fabio Vinicius Rocha Nascimento e Paulo Vinicius P. do Nascimento (São José dos Campos /SP) - 204 pontos
3° Willians Joares Dums e Jorge Adriano Peters (São Bento do Sul / SC) - 200 pontos
Categoria L200 RS
1° Juliano Jorge Vieira Diener e Vitor Jose Muench (São Bento do Sul / SC) - 222 pontos
2° Renato Rosales e Plinio André Bergamo Junior (Criciúma / SC) - 206 pontos
3° Peterson Silva de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) - 195 pontos
Categoria L200 Triton RS
1° Cristian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo / SP) - 221 pontos
2° Reinaldo Varela e Edu Bampi (São Paulo / SP) - 218 pontos
3° Marcos Cassol e Rodrigo Mello (Rio Verde / GO) - 204 pontos
Classificação da Etapa tapa Mitsubishi Cup Ribeirão Preto
Categoria Pajero TR4R Light
1° Elcio Bardeli Junior e Luiz Poli (Curitiba / PR) - 29 pontos
2° Glaucio Vanderlinde e Idali Bosse (Rio Negro / PR) - 29
3° Henry Grosskopf e André Lucas Munhoz (São Bento do Sul / SC) - 26 pontos
4° Rafael Martins Cassol e Filipi Bianchini de Oliveira (Rio Verde / GO) - 24 pontos
5° Alessandro Cesar Tozoni e Fabio Peralli - (Jundiaí / SP) - 21 pontos
Categoria Pajero TR4R
1º Paulo Rugna e Adriana Parra (São Paulo / SP) - 42 pontos
2° Sérgio Braz Gugelmin e Ivo Renato Mayer (Lages / SC) - 41 pontos
3° Willians Joares Dums e Jorge Adriano Peters (São Bento do Sul / SC) - 35 pontos
4° Carlos Henrique Scheffer Jr. e Rafael Malucelli - (Curitiba / PR) - 31 pontos
5° Humberto Lehmann e Marcos Maia Panstein (Jaraguá do Sul / SC) - 30 pontos
Categoria L200 RS
1° Juliano Jorge Vieira Diener e Vitor Jose Muench (São Bento do Sul / SC) - 41 pontos
2° João Carlos Narciso da Silva Cardoso e Sidnei Broering (Curitiba / PR) - 40 pontos
3° Renato Rosales e Plinio André Bergamo Junior (Criciúma / SC) - 39 pontos
4° Peterson Silva de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) - 38 pontos
5° Rodrigo Rezende Leis e Ronald Rezende Leis (Niterói /RJ) - 34 pontos
Categoria L200 Triton RS
1° Cristian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo / SP) - 43 pontos
2° Reinaldo Varela e Edu Bampi (São Paulo/SP) - 42 pontos
3° Marcos Cassol e Rodrigo Mello (Rio Verde/GO) - 39 pontos
4° Ingo Hoffmann e Kaique Bentivoglio (São Paulo / SP) - 38 pontos
5° Marcos Baumgart e Kleber Cincea (São Paulo /SP) - 33 pontos
Fontes: http://www.mitsubishimotors.com.br/
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